Death Stranding não é jogo de andar e sim crítica ao mundo aberto, diz videoensaio

Death Stranding analisado após um ano

Death Stranding não é jogo de andar e sim crítica ao mundo aberto, diz videoensaio. Foto: Reprodução/YouTube

Um videoensaio em inglês do canal Futurasound Productions faz uma resenha após um ano de Death Stranding, jogo autoral mais recente de Hideo Kojima.

O canal de YouTube vai além da superfície e diz que DS não é um jogo monótono ou para aprender a andar. Ele é, na verdade, uma crítica ao gênero de mundo aberto, como The Legend of Zelda Breath of The Wild, No Man’s Sky, Minecraft e outros. Na narrativa, ele é tanto um jogo que exalta a América (os Estados Unidos) quanto critica seu simbolismo oco.

E o ensaio elogia a qualidade das conexões online do game, que funciona em comunidade e na solidão do seu Sam Porter Bridges.

É um presente de Natal. Assista acima.

LEIA MAIS – Drops de Jogos discute como falar de games e política

“Metal Gear mistura guerra e narrativa surreal”, disse fã que tem braço biônico inspirado em Big Boss

Tony Hawk’s Pro Skater 1+2 com Charlie Brown Jr, uma resenha

Death Stranding, a resenha em tempos de coronavírus. Por Pedro Zambarda

Conheça o projeto Indie BR em 5

Conheça mais sobre o trabalho do Drops de Jogos acima.

Veja mais sobre a Geek Conteúdo, a produtora da Rádio Geek, parceira do Drops de Jogos.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.