Meteoro Brasil amplifica cobertura do Drops de Jogos sobre Hideo Kojima na BGS - Drops de Jogos

Meteoro Brasil amplifica cobertura do Drops de Jogos sobre Hideo Kojima na BGS

O cabra causou no Brasil

O canal de YouTube Meteoro Brasil amplificou nesta terça (14) cobertura do Drops de Jogos sobre Hideo Kojima na BGS 2025, a Brasil Game Show. O Drops esteve em uma coletiva de imprensa restrita no maior evento de videogames das Américas. O vídeo é apresentado por Ana Lesnovski e Pedro Zambarda. Meteoro é o maior canal de hardnews de esquerda.

Tem quase dois milhões de inscritos. Veja o corte do Plantão.

Na coletiva:

Participaram da coletiva os veículos GamesHub, Flow Games, Voxel, IGN Brasil, Omelete e outros, incluindo internacionais.

IGN Brasil lembrou que o mote do segundo game é “deveríamos ter nos conectado?”. Kojima perguntou se os jornalistas haviam jogado até o final e deu spoiler. Ele diz: “conexões podem ser positivas. Mas fui afetado pelo isolamento na pandemia da COVID. Conexão demais pode não ser boa. Falávamos de distanciamento. Se não tivéssemos distanciamento, eu não estaria agora me encontrando com meus fãs pelo mundo”.

Para o site TudoCelular, Kojima falou sobre a transição entre o primeiro game e como Samuel lida com o sumiço de Lou, Louise. A solidão de Sam é algo que ele quis dar um foco especial. Death Stranding 2 é sobre o alívio de Sam, para seu criador.

Hideo Kojima deixou Norman, seu amigo de 10 anos, puto com essa situação:

“Vou colocando os sentimentos sem ser muito claro. Os jogadores é que decidem quais são essas sensações exatamente”, explicou. “Nas filmagens e nas gravações, o Norman Reedus tinha que chorar e não conseguia. Quem conseguia chorar desde de manhã? Perguntava o ator. E é difícil mesmo”.

Quem é Hideo Kojima?

Apaixonado por mangás, filmes hollywoodianos e literatura, Hideo Kojima é designer de games e é conhecido por ser um dos primeiros criadores de jogos mais autorais. Ele nasceu em 24 de agosto de 1963 em Setagaya, Tóquio, capital do Japão. Mas se criou em Osaka.

Sendo o mais novo de três filhos, Hideo Kojima foi marcado pela morte ainda na adolescência de seu pai, Kingo Kojima, que era um farmacêutico e vivia em viagens. A ausência do pai o motivou como criador de videogames.

Kojima se interessou por fazer filmes quando um amigo levou uma câmera Super 8 para a escola. Eles começaram a filmar filmes juntos, cobrando 50 ienes de outras crianças para vê-los. Ele enganou seus pais para financiar uma viagem a uma ilha na costa do Japão sem dizer a eles que queria filmar lá. Em vez de filmar, passou o tempo nadando e, no último dia, mudou o enredo para ser sobre zumbis e não mostrou o filme aos pais.

Enquanto estava na universidade, Kojima tentou entrar em produção cinematográfica . Ele esperava que, se ganhasse prêmios por sua ficção escrita, fosse abordado sobre a direção de um filme. Naquela época, ele viu o Famicom da Nintendo e pensou em ingressar na indústria de videogames. Kojima disse que não tinha amigos interessados ​​em cinema para encorajá-lo a entrar nesse setor.

Hideo Kojima entrou na divisão MSX da publisher de videogames Konami em 1986. Ele se candidatou à Konami porque era a única desenvolvedora de jogos listada na bolsa de valores japonesa. Ficou desapontado com o trabalho inicialmente, esperando fazer jogos para o Famicom e sentindo que a paleta de 16 cores do MSX era muito limitada.

Kojima foi convidado a assumir Metal Gear como funcionário sênior em 1987. Limitações de hardware dificultaram o desenvolvimento do combate do jogo, e Kojima alterou a jogabilidade para focar em um prisioneiro escapando em vez de lutar, inspirado em The Great Escape, um filme de Hollywood com Kurt Russell.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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