[COM LEVES SPOILERS] Death Stranding foi um jogo que peguei e devorei, embora não tenha consumido no mês de lançamento. Escrevi sobre ele no começo do nosso isolamento social, em plena pandemia do novo coronavírus, e expliquei como um jogo pacifista sobre o fim do mundo explica a melancolia que vivemos no mundo real.
Veja meu pequeno ensaio.
Pandemia e Death Stranding. Foto: Divulgação/Drops de Jogos
É jornalista, escritor e comunicador. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Filosofia pela FFLCH-USP. É editor-chefe do Drops de Jogos e editor do projeto Geração Gamer. Escreve sobre games, tecnologia, política, negócios, economia e sociedade. Email: dropsdejogos@gmail.com ou pedrozambarda@gmail.com.