Equipe de Jordana, participante do BBB 26, negou que ela tenha utilizado as cotas raciais para entrar em um concurso público do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), feito em 2015. A informação foi compartilhada por meio de uma nota, divulgada nas redes sociais na noite de segunda (12).
A polêmica envolvendo Jordana começou ainda antes do início do programa, com usuários das redes sociais alegando que ela teria se autodeclarado negra para concorrer no concurso. No comunicado, a equipe desmentiu a informação e informou que as cotas raciais contemplavam negros e pardos.
“No Brasil, o próprio IBGE define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor, ou raça, incluindo branca, preta e indígena. Não por acaso, a população parda é hoje a maior parcela da população brasileira. É o caso da Jordana”, diz trecho da nota.
O comunicado também reforça que Jordana não assumiu nenhum cargo. “Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação. Antes de compartilhar, checar conceitos, dados e contextos é essencial para fortalecer um debate público mais justo, qualificado e responsável”, finaliza o comunicado.
Jordana, de 29 anos, foi uma das participantes escolhidas para entrar no BBB 26 durante a dinâmica da casa de vidro no Centro-Oeste.

Com informações do NSC.
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