Músico Roberto de Carvalho, de 73 anos, ainda sente a falta da companheira e parceira musical Rita Lee, morta em 2023. Em entrevista, ele refletiu sobre o luto e a nova fase da vida. “A gente tinha uma conjunção de personalidades tão forte, que é muito esquisito continuar existindo sem a presença física da Rita.
Apesar de que, como eu sempre digo, a Rita continua sendo uma presença impresente”, afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo.
Roberto se prepara para desfilar no último carro da Mocidade Independente de Padre Miguel na segunda-feira (16), que levará à Sapucaí o enredo “Rita Lee – A Padroeira da Liberdade”.
Ele disse que a família impôs uma condição para autorizar a homenagem: nada de produtos animais no desfile. “Era algo extremamente importante para Rita e para nós. Eles não só toparam, como acharam do cacete”, disse.
Sobre a possibilidade de um novo amor, Roberto foi categórico. “Não me imagino e nem quero viver outro amor. Considero que seria um desrespeito a mim mesmo”. Ele também falou sobre o processo de superação: “Aos poucos, você aprende a lidar com a circunstância, a se libertar do excesso de amargura e a enxergar alguma luz”.

Com informações da Coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo e do DCM.
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