A BGS acabou… Por Marcus Garrett, documentarista do Loading

Saiba a opinião dele sobre a maior feira de games brasileira

Quarto do Loading na BGS 2019. Foto: Reprodução/Facebook

Publicado originalmente no perfil do autor no Facebook

Foram cinco dias intensos, legais e muito divertidos que, para mim, ficarão para sempre na memória e no coração. Recebemos bastante gente em nosso “quarto do menino” do Video Game Data Base – VGDB, muito “brilho no olho” e olhos marejados, muitos comentários positivos, bastante gente feliz e satisfeita de poder, pelo menos por alguns instantes, voltar a uma época especial e gostosa da vida, um período leve, sem grandes preocupações e sem boletos para pagar. Além dos momentos de pura nostalgia, pudemos perceber que, no quesito informação, principalmente os jovens se encantaram e se surpreenderam ao saber do universo dos primeiros microcomputadores domésticos no Brasil: a carga de jogos em fitas cassetes e em disquetes, a visita às softhouses para gravar jogos e bater papo, as revistas de informática, como a Micro Sistemas, com os programas em BASIC para digitar e as novidades, o fato de se ligar os micros a televisores comuns etc.

Eu e o Carlos Bighetti estamos satisfeitos com a experiência e somos eternamente gratos ao VGDB, na pessoa do amigo Edson Godoy Vgdb, pela cessão do espaço e por todo o apoio recebido. Muitíssimo obrigado! Agradecemos também, em especial, aos amigos-irmãos Daniel Ravazzi, Mario Cavalcanti e Fabio Eduardo Fernandes (da loja Playtoy) pelo empréstimo de itens usados na decoração do quarto e pela ajuda. VALEU!

Foi muito legal também poder estar ao lado dos amigos da WarpZone. Os visitantes ou passavam lá primeiro e vinham ao quarto ou passavam pelo VGDB e depois iam à WarpZone para adquirir revistas, livros ou bater papo com a turma animada. Show!

Vida voltando ao normal, retomando as poucas entrevistas que faltam para o documentário Loading – Nossos Primeiros Jogos de Computador.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.