A Obsidian é uma das desenvolvedoras mais constantes do mercado, lançando praticamente um novo RPG a cada ano. Mas, até o momento, ela não fala nada sobre Pillars of Eternity 3, o próximo título daquela que é a franquia “principal” da empresa.
E há um motivo claro para isso: apesar de aclamado pela crítica, Pillars of Eternity 2: Deadfire foi meio que um fracasso de vendas. Mas, em entrevista para a Gamepressure, o diretor dos dois jogos da franquia falou o que ele mudaria em um próximo Pillars.
Para Josh Sawyer, o caminho é claro: seguir o exemplo de Baldur’s Gate 3. Ou seja, abandonar a câmera isométrica e tornar o jogo um RPG em 3D de verdade.
Ele acredita que essa mudança de perspectiva resolveria aquilo que ele considera um dos grandes problemas dos jogos da franquia: a falta de verticalidade. Por ser um RPG isométrico, os cenários não podem ser tão complexos, e BG3 mostrou como a verticalidade é um elemento importante de gameplay.
Ele afirma ainda que gostaria de fazer um jogo que possua todas as mesmas mecânicas de Deadfire, com a adição de novas mecânicas que tenham a ver com a verticalidade. Isso inclui novos puzzles e mecânicas de ataque/dano que levem em consideração um terreno com diferentes alturas.
Apesar do “fracasso” de vendas do segundo jogo da franquia, a Obsidian mantém Pillars of Eternity 3 como uma possibilidade. Em 2020, Sawyer sugeriu que o jogo iria acontecer se “o time estivesse empolgado para isso”.
Além disso, o mundo da franquia continua vivo. Avowed, que saiu em fevereiro deste ano, é um spin-off de Pillars e se passa no mesmo universo dos jogos. E não seria impossível o sucesso deste ser o “empurrão” que a Obsidian precisa para começar a produção de um novo Pillars.
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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

