Dólar. Foto: Divulgação/Montagem Pedro Zambarda/Drops
Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,55% nesta segunda (27) e fechou aos 146.969 pontos, renovando seu recorde histórico. Até então, o maior fechamento havia ocorrido em 24 de setembro, quando atingiu os 146.492 pontos. Pela manhã, o índice atingiu a máxima de 147.977 pontos, maior valor intradiário da história.
No decorrer do dia, no entanto, perdeu força. O dólar, por sua vez, encerrou a sessão em queda de 0,42%, cotado a R$ 5,3697.
O desempenho positivo dos mercados brasileiros reflete o otimismo dos investidores após o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, ontem, na Malásia. A expectativa de uma possível trégua comercial entre EUA e China também contribuiu para o bom humor.
Presidente Lula afirmou na noite de domingo (26) — manhã de segunda na Malásia — que a reunião com Donald Trump foi “surpreendentemente boa”. A expectativa do petista é de que os dois países resolvam em breve os impasses comerciais.
O líder americano, por sua vez, afirmou que a reunião com Lula foi “muito boa” e voltou a elogiar o presidente brasileiro. Essa aproximação aumentou o otimismo do mercado sobre uma possível suspensão do tarifaço dos EUA a itens brasileiros — o que favorece a bolsa e o real frente ao dólar.
Além disso, Trump chegou ao Japão nesta segunda-feira, em mais uma etapa de sua viagem pela Ásia. Ele firmou acordos comerciais com países do Sudeste Asiático e agora busca uma trégua na guerra comercial com a China, em negociação com Xi Jinping na Coreia do Sul.
Já na Argentina, os mercados repercutem a vitória do partido de Javier Milei nas eleições legislativas. O “dólar cripto”, negociado 24 horas em plataformas digitais, caiu para 1.420 pesos, enquanto ações argentinas e bancos listados em Wall Street, registraram alta no pregão noturno.
Após o IPCA-15 apontar alívio na inflação, a mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira em 2025 recuou de 4,70% para 4,56%, na quinta queda seguida, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira.
A semana também traz a expectativa de um novo corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. Analistas projetam amplamente uma redução de 25 pontos-base na taxa básica americana, com a decisão prevista para 29 de outubro.
Dólar. Foto: Divulgação/Montagem Pedro Zambarda/Drops
Com informações do G1.
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