Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela 1ª vez em mais de 2 anos - Drops de Jogos

Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela 1ª vez em mais de 2 anos

Moedas

  • por em 13 de abril de 2026

Dólar fechou em queda de 0,29% nesta segunda (13), cotado a R$ 4,9969. É a primeira vez em mais de dois anos que a moeda americana encerra abaixo de R$ 5. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,34%, aos 198.001 pontos, atingindo um novo recorde.

O resultado reflete os novos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dia começou com os mercados em baixa após o fracasso nas negociações por um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã no fim de semana. Mais tarde, porém, novas declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, reverteram o humor dos investidores.

Trump afirmou que recebeu uma ligação das “pessoas certas do Irã” e que elas “querem muito fechar um acordo”. Ele acrescentou que, caso não haja um acordo, o resultado “não será agradável” para os iranianos.

Mais cedo, as declarações apontavam para uma escalada do conflito. Trump chegou a dizer que destruiria qualquer navio iraniano que se aproximasse do bloqueio dos EUA no Estreito de Ormuz, como fez com embarcações no Caribe em operações contra o tráfico de drogas.

E, durante a manhã, entrou em vigor o bloqueio anunciado pelo americano a navios que circulavam pela rota de ou para portos iranianos.

Dois petroleiros associados ao Irã deixaram o Golfo Pérsico nesta segunda-feira, enquanto outras embarcações passaram a evitar o Estreito de Ormuz, rota por onde passar 20% de todo o petróleo comercializado do mundo.

O tipo Brent, referência global, subia 3,27% por volta das 16h, negociado a US$ 98,31 por barril. Já o WTI (West Texas Intermediate), usado como referência nos EUA, avançava 1,35%, a US$ 97,87.

No Brasil, o destaque foi o Boletim Focus, relatório do Banco Central com a expectativa de analistas do mercado. A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2026 subiu a 4,71%, de 4,36%, na quinta alta seguida, superando novamente o teto da meta, que é de 4,5%.

Investidores também acompanharam declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em eventos do Banco Mundial e do FMI.

Com informações do G1.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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