Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
Foi publicado hoje um artigo meu no site de negócios de videogames The Gaming Era com o título “Lula é campeão de políticas públicas para games; Bolsonaro foi uma vergonha“. A ideia, no texto do TGA, é de fato colocar a política eleitoral no centro da discussão sobre a cena brasileira de jogos.
Embora, como eu elenco no artigo, Lula esteja no terceiro governo e tenha eleito Dilma Rousseff duas vezes, é inegável que os governos petistas deixaram um legado de incentivos públicos no setor dos videogames. Criando de fato uma cena de desenvolvimento com o barateamento dos motores gráficos e condições de exportação e internacionalização dos títulos – enquanto o cenário do esporte eletrônico entrou no circuito global e com reconhecimento europeu e americano.
Soa injusto comparar quatro governos e meio com apenas quatro anos de Jair Messias Bolsonaro no poder para o mercado de videogames. No entanto, os dados são implacáveis com Jair. Houve uma tentativa de apropriação da pauta, houve reduções de impostos inócuas e existiu corte dos editais.
Na ponta do lápis e seguindo a lógica política, está claro quem é o melhor candidato para o setor – mesmo que o leitor não vá concordar com as conclusões deste autor.
E esses dois nomes estarão na urna.
Lula, tentando o quarto mandato, e Flávio Bolsonaro, como poste de Jair, ligado aos escândalos da família.
No site Poder Paraná, que cobre a política naquele estado, fiz questão de repercutir uma pesquisa de 2025 que foi decupada pelo repórter Rafael Silva do Drops. A ideia é discutir como o game é o principal produto cultural consumido em Curitiba, entre os diferentes formatos de entretenimento apreciados no Brasil.

Nossa ideia com esses artigos é justamente disseminar a cobertura e as reflexões do Drops em mais veículos.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
