Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
A convite da presidenta da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado de São Paulo (FETEC-SP), Aline Molina, do Sindicato dos Bancários da CUT, este que vos escreve foi convidado a dar uma segunda palestra do livro Videogame Crash, do Marco Legal dos Games às demissões em massa. A palestra, no entanto, foi diferente.
Ao invés de apenas apresentar o livro, que foi mostrado em 2025 no outro evento que eles fizeram em Atibaia, a atividade de 26 foi discutir a conjuntura política e brasileira na tecnologia, videogames, redes sociais e inovação na ótica de uma eleição presidencial e da Guerra no Irã propagada pelos Estados Unidos.
Respondemos dúvidas de sindicalistas, do público de esquerda e de pessoas em geral, em uma plateia lotada e atenta, sobre a real situação das big techs, seus tentáculos na extrema direita e os impactos que isso tem para a vida cotidiana.
Também criticamos a decisão do governo Lula de tentar elevar impostos de importação em 2026, as dificuldades na implementação da lei 14852, o Marco Legal dos Games, e a necessidade de mais políticas públicas do Estado.

Foi um papo interessantíssimo sobre a situação real dos trabalhadores, a necessidade de enxergar os sindicatos e os direitos humanos como questões de soberania. Vai enriquecer muito o segundo volume de Videogame Crash – que já está em produção.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
