Um ano de Drops de Jogos: [re]veja as melhores reportagens e exclusividades do site

Em um ano, muitos furos, destaques, exclusividades, polêmicas e a defesa do mercado de games e da produção nacional independente.

  • por em 30 de março de 2016

O Drops de Jogos comemora seu primeiro ano de jornalismo de games. Foram centenas de artigos e um reconhecimento crescente junto aos profissionais do mercado brasileiro e internacional, gente voltada à pesquisa de games, desenvolvedores, fomentadores, pessoas da área acadêmica e fãs dos jogos digitais.

Nestes 365 dias, vários artigos exclusivos, alguns furos de reportagem e muito aprendizado, sempre dialogando com a cena gamer internacional e, especialmente, com os criadores de jogos nacionais, indies ou já estabelecidos. Nesse artigo, convidamos nosso público a rever alguns dos momentos mais marcantes do primeiro ano de reportagens:

Desenvolvimento
Os recursos para a produção de games estão entre os assuntos mais cotidianos do Drops de Jogos. Já na estreia, brindamos o desenvolvedor com um artigo sobre as principais ferramentas profissionais gratuitas para criação de games.
Recentemente, apresentamos as ferramentas da Unity 5 para Realidade Virtual. A engine brasileira Insane 3D, criada em um centro universitário de Curitiba, virou manchete em julho passado. A Crytek alemã também disponibilizou sua engine de games e apareceu por aqui.

Design e Produção
O site também presenteou os criadores de jogos com artigos voltados a temas centrais como narrativa, recursos diversos para a produção de games e criação de personagens. Um dos artigos mais acessados apresentou bases para a criação de heróis para games. Os sites que oferecem trilhas e temas musicais gratuitos para games viraram notícia e receberam inúmeros acessos de criadores de jogos. Os designers da 2DVerse também ensinaram a criar personagens para games, com vídeos no YouTube. A teoria sobre diegese para games foi um dos temas de maior acesso em recente artigo no site.

As mulheres nos games:
O Drops de Jogos se posicionou com clareza desde o lançamento, entendendo que as mulheres são uma força inigualável dentro da cultura dos games, seja na condição de profissinais do mercado, atuando como jornalistas do meio ou como jogadoras de grande talento. Logo na estreia do site, apresentamos a iniciativa “O Controle é Meu”, em protesto contra a objetificação das mulheres e o machismo dos homens no espaço dos videogames. A contundente YouTuber do canal Feminist Frequency, Anita Sarkeensian, foi tema da reportagem de abril de 2015. Mulheres e as minorias estiveram no texto de Paulo Araújo sobre Mortal Kombat X, em abril passado. A misoginia, lamentavelmente, voltou a ser pauta em julho passado, assim como o assédio e perseguição, responsável pelo afastamento de mulheres dos games online, apresentados em reportagem deste mês.

Games e Política
A cena nacional de desenvolvimento de games também esteve representada nas reportagens do site sobre as políticas públicas para este mercado. Juca Ferreira, ministro da Cultura, foi tema de nossos artigos, falando de games no XXVII Fórum Nacional A hora e a vez do Brasil e explicando suas intenções sobre a criação de editais para a área no MinC, entre outros momentos.
Com exclusividade, informamos sobre a possibilidade de usar o ProAC, programa de incentivo cultural de São Paulo, para a criação de games.
O BNDES também figurou no DdJ, apresentando suas propostas de fomento ao desenvolvimento de jogos, em junho passado,
Em março de 2016 foi a vez do jornalista Pedro Santoro Zambon estrear como colunista do Drops de Jogos, falando sobre políticas públicas para games, uma de suas especialidades. O edital de projetos culturais do Sesi-SP também rendeu muita agitação e interesse dos desenvolvedores com a possibilidade de criação de projetos específicos de games.

Cena Brasileira
A cena brasileira de games também marcou presença em centenas de textos que apresentaram jogos de indies iniciantes e de profissionais já consagrados no país. O Spin, evento hoje mantido pela empresa SPcine, ganhou as manchetes em várias ocasiões. O BIG Festival foi destaque de vários artigos, mostrando a qualidade dos projetos nacionais no desenvolvimento de games. A Joy Street pernambucana foi assunto do site em junho passado, com o aporte de R$ 2,5 milhões para projetos educacionais. Em setembro, elencamos 10 excelentes games brasileiros com visual retrô que valem a pena ser cohecidos pelos jogadores.

Outros temas que bombaram no site
Hideo Kojima, Myiamoto, Satoru Iwata, eSports, GamerGate, Eduardo Cardozo, os textos de opinião dos editores e colaboradores, as parcerias com o Catraca Livre e o Huffington Post Brasil, os games políticos do Pixuleco e da Sehora, volta aqui, Cunha x Dilma, os quadrinhos com os pesonagens Pedro, Kao e seus amigos… foram muitos os temas que pautaram as notícias diárias de nosso jornalismo de games. A presença de nomes como Renato Degiovani, criador de Amazônia, em 1981, Daniela Rigon, renomada jornalista de eSports no Brasil, e Paulo Luis Santos, desenvolvedor do estúdio Flux, aprimoraram nossa redação, com temas atuais e falando diretamente com a produção de games nacional e nosso mercado.

Entre os campeões do ano, a informação exclusiva do site sobre o mercado não-oficial de games para PlayStation e a notificação da Sony aos comerciantes ilegais tornou-se o artigo mais acessado, com milhares de visualizações em apenas dois dias. O envolvimento de YouTubers com as lojas irregulares de vendas online  também ganhou destaque com milhares de acessos.
A tatoo com a marca PlayStation na perna de Yudi, o ex-apresentador do programa Bom Dia & Cia, foi exclusividade do Drops de Jogos, na BGS 2015 e rendeu grande burburinho na rede.

Este ano, novos projetos se iniciam reforçando o compromisso da equipe do Drops de Jogos com o mercado de jogos digitais, a cena indie brasileira e a cultura de games. A equipe agrdece sua parceria e acompanhamento de nosso trabalho ao longo deste primeiro ano. Nada disso estaria aqui sem a sua participação, amigo leitor. Mais que um prazer, é um privilégio levar informações de qualidade ao público brasileiro de games.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Editorial