De Márcio Filho no Instagram: ANDAR COM FÉ EU VOU, QUE A FÉ NÃO COSTUMA FAIAR! #tbt pra lembrar um momento mágico de uma vida que aconteceu essa semana: tive a honra de poder agradecer ao mestre @gilbertogil por sua fundamental contribuição ao setor de jogos!
Pra quem não sabe, ele foi o primeiro ministro da cultura brasileiro a reconhecer games como cultura. E se não fosse isso – e muito luta que se materializou a partir dessa declaração – nós não teríamos um Marco Legal dos Games, Rouanet pros games, Lei Paulo Gustavo pros games, editais na ANCINE e tantas e tantas coisas!
Obrigado por tanto, mestre Gil. A gente vai seguir inspirado por seu exemplo amplo de fazer político e por sua arte!
A FÉ NUNCA “FAIA”, GIL! E a gente segue acreditando num Brasil forte, soberano e criativo!

O que Gilberto Gil falou sobre os videogames?
Reportagem de Diego Assis na Ilustrada da Folha de S.Paulo em 20 de novembro de 2004: O ministro da Cultura, Gilberto Gil, reconheceu oficialmente os jogos eletrônicos como produtos audiovisuais e artísticos. O anúncio foi feito ontem pela manhã, durante o discurso de abertura da feira Electronic Game Show, que acontece até amanhã no Expo Center Norte, em São Paulo.
“É preciso valorizar a ação de jovens desenvolvedores desse segmento que, como a literatura, o cinema e a TV no passado, vem enfrentando desconfiança desde a década de 80”, disse o ministro.
A cerimônia foi considerada uma vitória por representantes da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos), que reivindica o apoio do MinC às empresas de jogos eletrônicos do país -cerca de 40, segundo a entidade.
Em uma reunião com a Abragames à tarde, o governo deveria nomear um representante do setor de jogos para trabalhar diretamente com o ministério.
O reconhecimento do potencial da indústria nacional de games, cujo faturamento atual é estimado em R$ 100 milhões, permite que jogos possam se beneficiar de incentivos da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual e que sejam incluídos no projeto de criação da Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual, a Ancinav.
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