Jandira Feghali protocola projeto de lei brasileiro inspirado no "Stop Killing Games" - Drops de Jogos

Jandira Feghali protocola projeto de lei brasileiro inspirado no “Stop Killing Games”

Articulação importantíssima pela memória dos videogames

Do X/Twitter da deputada Jandira Feghali, do PCdoB: PELO DIREITO DOS GAMERS! Inspirado no movimento “Stop Killing Games”, acabei de protocolar o PL 3612/2026. Milhões de pessoas no mundo se mobilizaram para lutar pelo direito de continuar jogando os jogos que compraram e conviver com a comunidade que construíram.

Agora, eu e o @filhomarcio trazemos essa luta ao Brasil, complementando um ecossistema que começou a ser construído com o Marco Legal dos Games.

Memória, soberania digital, cultural e tecnológica passam também pelo universo dos jogos eletrônicos.

Márcio Filho, presidente da ACJOGOS-RJ e pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB do Rio de Janeiro, respondeu Jandira no X/Twitter: Jandira, você sempre atenta aos movimentos da sociedade! O PL 3612/2026 é um marco definitivo na proteção dos gamers: protege seus direitos econômicos, culturais e de convivência, garantindo que decisões unilaterais das big techs não prejudiquem os jogadores brasileiros!

O que é “Stop Killing Games”?

Diz o site do movimento, que é predominantemente estadunidense e europeu: É uma coalizão global de jogadores, defensores dos direitos do consumidor e desenvolvedores que lutam por proteções legais internacionais.

Os videogames estão sendo cada vez mais projetados para exigir servidores centrais para funcionar, mesmo para conteúdo de um jogador.

Quando as publishers decidem desligar esses servidores, os jogos são completamente destruídos.

Argumentamos que essa prática viola os direitos do consumidor. Se você compra um produto, ele não deveria se autodestruir. Estamos lançando petições formais, estudando a possibilidade de ações coletivas e dialogando com legisladores do mundo todo para acabar com a destruição intencional de nossas mídias digitais.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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