Participe do Segundo Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, da Homo Ludens

Release enviado ao Drops de Jogos. Errata publicada às 16h18: O censo é da Homo Ludens, não do NPGT/USP. Segue o texto.

Foto: Divulgação

Segundo Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, financiado pelo Ministério da Cultura, inicia coleta informações e amplia escopo.

O setor de jogos eletrônicos compõe a economia criativa e se apresenta como um dos setores mais dinâmicos e capazes de contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País. Nesse contexto, o mapeamento setorial das cadeias produtivas de games e jogos digitais constitui ferramenta fundamental à elaboração de políticas públicas para a economia da cultura e ao próprio setor no estabelecimento de suas estratégias de desenvolvimento. 

Conduzido pela equipe do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da Universidade de São Paulo (NPGT/USP) dentro do projeto FEPGames e financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o primeiro estudo censitário dos jogos digitais coletou dados referentes ao ano de 2013, e seus resultados foram divulgados a partir de março de 2014. O levantamento foi fundamental para direcionar a discussão e a implementação de políticas públicas voltadas a esse setor no Brasil. O segmento experimentou um aumento das exportações superior a 625% nos últimos três anos, fechando 2016 com US$ 17,4 milhões, segundo dados do Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers.

Desde então, diversas iniciativas públicas e a própria dinâmica do setor mudaram o perfil da indústria e as suas demandas. “Os dados do censo possibilitam a criação de políticas públicas convergentes, a promoção e acesso ao mercado internacional e o fortalecimento da competitividade do setor”, destaca Ana Letícia do Nascimento Fialho, Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura do Ministério da Cultura.

“Nesta edição, além dos desenvolvedores de jogos, também serão incluídos outros atores da indústria de jogos digitais, como empresas com outras atividades (animação, software, etc) que também desenvolvem jogos, atividades de apoio ao desenvolvimento de jogos (sonorização, localização, monetização, consultoria, etc); além de outras atividades da indústria (publishing, distribuição, varejo, mídia, etc)”, esclarece Luiz Ojima Sakuda, sócio da Homo Ludens e coordenador do estudo.

Este questionário está disponível em https://goo.gl/PqPcxR . Os dados serão utilizados apenas para fins de desenvolvimento de políticas públicas e de produção científica. O resumo executivo será enviado ao email de contato quando o estudo for terminado.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Indie