“Políticas públicas ajudaram no crescimento dos games brasileiros”, diz pesquisador ligado ao SBGames

Por Pedro Zambarda, editor. Publicado originalmente no DigiClub.

Foto: Divulgação/Lecotec

O XVII Simpósio Brasileiro de Games e Entretenimento Digital, chamado de SBGames, ocorrerá entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro de 2018 em Foz do Iguaçu. O evento, considerado o maior no meio acadêmico, ocorrerá no Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort. Um dos assuntos que será discutido lá é a indústria de jogos eletrônicos.

O "chair" responsável sobre o assunto "indústria" é o pesquisador Pedro Santoro Zambon, da Unesp. Ele é responsável pelo aplicativo Games BR, catálogo de jogos brasileiros que recebeu incentivo do Ministério da Cultura, e participou do segundo censo da cena brasileira de videogames organizado pelo grupo Homo Ludens contratada pelo mesmo ministério em cooperação com a Unesco.

"Em uma das mesas no SBGames discutiremos sustentabilidade e fracasso. 20,7% de mulheres estão trabalhando nesse mercado, quantidade que triplicou em relação a 2014, apesar de ter uma disparidade de gênero. Há 375 empresas no Brasil focadas em jogos eletrônicos com mais de 2700 trabalhadores. Políticas públicas contribuíram para a hegemonia do cenário no sudeste, sendo que há órgãos como a SPCine, enquanto o restante do Brasil depende de financiamento do governo federal. Esse tipo de fomento não aumenta o número de empresas, mas fortalece a indústria", pontua Pedro.

Boa parte do crescimento descrito pelo especialista se deu de 2009 adiante (gestões Lula e Dilma), no maior boom econômico do Brasil depois da ditadura militar.

DigiClub/Drops de Jogos fez uma entrevista com o pesquisador abaixo sobre o SBGames e seus dados sobre a indústria. Assista.

Serviço

SBGames 2018
Local: Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort em Foz do Iguaçu, Paraná
Mais detalhes no site oficial: https://www.sbgames.org/sbgames2018/
Credenciamento de imprensa: https://goo.gl/forms/Pf4sPJYIxWLJMBjQ2

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Indie