O desenvolvedor e empresário Mauricio Alegretti nos informou que o site Indústria de Jogos passou por uma reformulação e agora traz ainda mais conteúdos aglutinados. A página consegue mais de 4000 jogos indie brasileiros, os independentes e mais de 1400 estúdios.
Há um texto na homepage deles que resume isso:
A indústria brasileira de jogos
O Brasil é um dos maiores mercados de jogos do mundo em número de jogadores, e tem uma cena de desenvolvimento que saiu das game jams e dos laboratórios de universidade para estúdios que publicam na Steam, no console e no celular.
No ar desde 2014, o IDJ existe para dar visibilidade a quem faz jogos no Brasil e manter aberto o mapa da indústria — para quem cria, contrata, investe, publica ou pesquisa. Já são 4025 jogos feitos no Brasil, 1454 estúdios e 964 profissionais catalogados. Os números, estatísticas e gráficos completos podem ser acessados nesta página dedicada, e estão disponíveis gratuitamente para sua referência.
A cena não se concentra num polo só: dá para percorrê-la por estado, dos estúdios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina aos de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e do Nordeste. As vagas abertas ficam reunidas no quadro de empregos, e quem procura emprego sem vaga anunciada encontra os bancos de talentos dos estúdios.
O que vem por aí — game jams, festivais, cursos e prazos de edital — fica no calendário da indústria. E toda semana publicamos uma newsletter sobre o que move o mercado brasileiro de games — leitura, dados e contexto — a Semana da Indústria.
O IDJ é mantido de forma independente: não há plano pago para estúdio, dado atrás de cadastro, nem nada que se compre e mude o que uma ficha diz. Os estúdios e as pessoas que apoiam o projeto têm a nossa gratidão e ficam nomeados no Hall da Fama.

Lembrando que o Drops de Jogos também tem sua catalogação na indústria, incluindo o projeto Indie BR em 5 (366 vídeos de jogos brasileiros num ano bissexto) e uma centena de pesquisas dos melhores games independentes do cenário.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
