[SPOILERS] Rumor: Fãs especulam que pode existir uma conexão entre Bloodborne e Elden Ring

Especulação

Elden Ring e Bloodborne

Elden Ring e Bloodborne. Foto: Divulgação

Um dos finais de Elden Ring pode apontar uma conexão com Bloodborne, ambos jogos da FromSoftware e de Hidetaka Miyazaki. No entanto, é apenas uma teoria.

E ela envolve SPOILERS do jogo. Se você não quer saber, pare de ler agora. A informação é do site MGG.

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LEIA MAIS

1 – Elden Ring, uma resenha. Por Pedro Zambarda

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Elden Ring e Bloodborne

Elden Ring e Bloodborne. Foto: Divulgação

Há em Elden Ring muitas referências ao Bloodborne, como a Moonlight Sword ou a série de missões de Alexander, o Jarro Guerreiro, que nos lembra muito o Cebola de Dark Souls (Sigmeyer de Catarina). Nada disso se compara com um dos finais.

À medida que avançamos no jogo, encontraremos lugares como a Cidade Eterna de Nokron e os dois rios subterrâneos: Siofra e Ainsel. Essas áreas, apesar de subterrâneas, possuem um céu estrelado e uma temática cósmica muito importante.

As referências às estrelas continuam em vários itens, feitiços e até chefes, como Radahn, o Flagelo Estelar. Este personagem aprendeu um tipo muito especial de magia, como a magia gravitacional, que vem das próprias estrelas. Depois de derrotá-lo é desencadeada a queda de um meteorito que abre um caminho para Nokron.

Para começar a avançar mais no campo do horror cósmico típico de Bloodborne, precisamos olhar para algo bem específico que está escondido no Castelo Tempesvéu. Depois de passar por uma área bastante exigente, enfrentar ratos e um chefe, você chega a esta área da imagem acima.

Sem dúvida, a aparência dessa criatura é semelhante ao que um chefe de Bloodborne poderia ser, algo sobrenatural e além da compreensão. O interessante é que há um NPC que dá mais detalhes sobre a monstruosidade: Rogier, o mago. Há, inclusive, uma mancha de sangue que mostra como ele morreu nessa área.

“O cadáver disforme embaixo do Castelo Tempesvéu? É uma relíquia sagrada. Da Noite das Facas Negras. É como aquela noite do assassinato é chamada. Aconteceu durante a Era de Ouro da Térvore, muito antes do Anel Prístino ser rompido. Alguém roubou a Runa da Morte de Maliketh. E em uma noite, Godwyn, o Dourado, pereceu. Aquela foi a primeira morte de um semideus em toda a história. Esse foi o começo. Logo, o Anel Prístino foi quebrado e espalhado pelas Terras Intermédias causando a guerra conhecida como a Ruptura […] Peço-lhe a máxima cautela, não perturbe o cadáver mais do que o necessário.”

Esse cadáver não é outro senão o de Godwyn, o Dourado. Como lutamos contra ele na parte final de Elden Ring e ele ainda tem uma aparência humana, então? Não devemos esquecer que o game nos fala o tempo todo sobre aqueles abençoados pelo Anel Prístino, ou seja, Ascendidos. Aqui encontramos uma referência a Bloodborne, game cuja lore diz que mortais poderiam ser gerados por Deuses Antigos.

A Cidade Eterna é uma cidade antiga punida por trair a Ordem Áurea, que regia as Terras Intermédias antes do rompimento do Anel Prístino. E o anel é representado por outra entidade claramente cósmica, a Fera Prístina, a forma corpórea das Runas até entrar no receptáculo que é a Rainha Márika.

Mas quem realmente é Márika? Aqui a história fica um pouco complicada, já que nunca a vemos em cena e o último chefe que enfrentamos antes de encarar a Fera Prístina é Radagon, ex-martido de Rennala. Mas Radagon nada mais é do que a metade masculina da entidade conhecida como Márika.

Ter ambos os sexos e nenhum ao mesmo tempo é uma propriedade de deuses e entidades celestiais. Graças à sua separação em dois corpos, eles foram capazes de gerar os seres que conhecemos como Malenia e Miquella. Com o tempo, Márika deixa de acreditar em uma “vontade maior” e Radagon começa a confiar mais em entidades chamadas de Deuses Exteriores.

Muitos desses Deuses Exteriores aparecem em pequenas referências durante o jogo. Um deles está por trás dos Dois Dedos, outro está por trás dos Três Dedos e da Chama do Frenesi, a Mãe Disforme citada por Mogh pode ser encontrada no subterrâneo, o deus da Podridão Escarlate de Malenia é um deles, e o que mais nos interessa é o Deus da Lua Negra de Ranni.

Os Deuses Externos não são, de forma alguma, a única evidência visual que temos de entidades cósmicas no jogo. Como exemplo temos o chefe Astel, o Filho Natural da Escuridão, que é descrito da seguinte forme: “Uma terrível estrela malformada capaz de invocar meteoros de destruição calamitosa”.

A aparência dele não deixa dúvidas de que se trata de um ser das estrelas, bem como suas magias e ataques, todos com claras referências cósmicas. Esse chefe poderia aparecer em Bloodborne e ninguém acharia estranho. Astel pode ser enfrentado durante a sequência de missões de Ranni.

E o final que vamos abordar é o da Era das Estrelas.

Antes de reconstruir Márika e com ela o Anel Prístino para se tornar o Lorde, uma marca azul de invocação aparecerá no chão, permitindo ativar o final Era das Estrelas.

Como se esse nome já não fosse o suficiente, Ranni inicia uma nova era nas Terras Intermédias, diferente de qualquer outra, com uma enorme lua cheia. Se nos lembrarmos da história de Yharnam, há muitas menções a uma Noite Eterna e a Lua estava permanentemente no céu.

Além disso, Ranni é uma boneca (é possível inclusive adquirir um item chamado Réplica de Ranni), e em Bloodborne bonecos estão presentes na história. “Juro solenemente, a cada ser vivo e a cada alma vivente, que a Era das Estrelas está chegando. Uma jornada de mil anos sob a sabedoria da Lua. Aqui começa a noite fria que abrange tudo, alcançando o grande além”, diz Ranni neste final.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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