O influenciador e YouTuber Felca, da Lei Felca, gravou vídeo a favor da Lei Felca. Está nas redes sociais dele. Responsável pelo mini doc Adultização, Felca tem seis milhões de seguidores no YouTube e 18 milhões no Instagram. Para se ter uma ideia, Felca é maior do que o Felipe Neto na rede da Meta.
Veja o vídeo.

sobre a lei eca digital pic.twitter.com/lJ5Qfaxb80
— Felca (@Felcca) March 19, 2026
Tirando dúvidas sobre a Lei Felca
O ECA Digital, lei aprovada e sancionada pelo governo Lula ontem (18), está gerando uma onda de desinformação. Conhecida como Lei Felca, por causa do vídeo sobre adultização do influenciador, há algumas dúvidas sobre o seu texto. O ministro Gilmar Mendes, do STF, diz que a legislação coloca ordem no caos online.
Drops de Jogos elenca pontos e busca tirar dúvidas com uma apuração nossa. Confira.
A lei vai proibir League of Legends (LoL), GTA e outros jogos?
O ECA Digital não proíbe o uso de qualquer game. O que a legislação determina é o fim da exploração de crianças e adolescentes a partir de uma prática de caça-níqueis. As chamadas loot boxes, que exigem pagamentos recorrentes para concorrer a novos personagens, habilidades, vestimentas, e armas, imitam cassinos e bets dentro dos jogos. O texto prevê que os jogos podem oferecer versões para menores de 18 anos sem essa ferramenta ou restringir que crianças e adolescentes acessem esses lootboxes.
A Lei vai proibir o Linux?
A lei não proíbe o Linux, nem nenhum sistema operacional ou programa de computador. O ponto central do ECA Digital é que a Internet deve ser um espaço seguro para crianças e adolescentes. Sistemas operacionais são a porta de entrada para a internet, e, como tal, fazem parte dos atores que devem proteger crianças e adolescentes na Internet.
O Linux sobreviverá ao ECA Digital. O texto abaixo explica e rebate acusações de um texto do Tecmundo, do Estadão: https://irisbh.com.br/o-linux-sobrevivera-ao-eca-digital-contra-a-falacia-do-alarmismo-tecnologico/
Leia a reportagem completa do Drops.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
