Hideo Kojima. Foto: Reprodução/Instagram
O desenvolvedor Hideo Kojima está celebrando Death Stranding 2: On The Beach e seu lançamento bem-sucedido ao redor do mundo. Em entrevista para o IGN Japan, ele teve a oportunidade de esclarecer um detalhe sobre as decisões criativas ao longo da carreira: a ausência de personagens japoneses em seus jogos.
Kojima acredita que é mais difícil fazê-los parecer com suas contrapartes da vida real.
“É difícil fazer personagens asiáticos parecerem com suas versões da vida real. Mulheres e jovens, em especial, têm uma pele tão bonita e lisa. Asiáticos — e não só os japoneses — são conhecidos por sua pele bonita e lisa, então acaba parecendo computação gráfica,” declarou.
“Por outro lado, é mais fácil destacar os detalhes em pessoas mais velhas ou com muitas sardas. Já tentei usar japoneses no passado, mas é difícil fazê-los parecer com suas versões reais. No entanto, desta vez usei uma nova tecnologia e estou bastante satisfeito com os resultados. Bom, gostaria de fazer ainda melhor da próxima vez,” acrescentou.
O exemplo citado é Shioli Kutsuna (Deadpool 2) como Rainy.
“Nós gravamos com outros atores em um estúdio em Los Angeles, então é um pouco problemático se eles não têm um nível de inglês nativo. Procurei alguém que pudesse falar japonês e também tivesse inglês em nível nativo, mas foi difícil. Shioli cresceu na Austrália, fala inglês, e quando a conheci, achei uma pessoa legal, então decidimos trabalhar juntos,” concluiu.
De acordo com a descrição, você irá embarcar “em uma missão inspiradora de conexão humana que vai além da UCA. Sam, ao lado de seus companheiros, parte em uma nova jornada para salvar a humanidade da extinção. Junte-se a eles enquanto percorrem um mundo cercado por inimigos sobrenaturais, obstáculos e uma dúvida assombrosa: deveríamos ter nos conectado?”.
Hideo Kojima. Foto: Reprodução/Instagram
Com informações de O Vício.
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