Numa entrevista à Vogue, Hideo Kojima falou sobre usar seus jogos como plataforma para destacar os artistas que gostaria que as pessoas explorassem mais a fundo. “Peguem a banda Low Roar, do primeiro Death Stranding, por exemplo”, explica Kojima. “Quando alguém ouve uma música no jogo e pensa: ‘Ah, gostei disso’, quero que essa faísca os leve a descobrir a banda”.
“O leve a explorar a música islandesa mais profundamente ou até mesmo a procurar filmes relacionados.”
Kojima acredita que uma parcela substancial do público de jogos tende a ser relativamente fechada em seus gostos, e ele quer ajudá-los a se abrir para expressões artísticas que, de outra forma, estariam ignorando.
“Acredito que esse seja o papel que o entretenimento deve desempenhar. Os jogos têm a tendência de permanecer sistemas fechados que existem apenas dentro de si mesmos, mas quero que os jogadores saiam disso.”
A série Tony Hawk’s Pro Skater, por exemplo, moldou os gostos musicais da geração millennial.

Com informações da GamesRadar + e Vogue Japan.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
