Jogamos com os times femininos em FIFA 16; saiba nossas impressões

A equipe do Drops de Jogos teve a oportunidade de apreciar o novo game da Electronic Arts (EA), FIFA 16, para Xbox One (XONE) durante a Brasil Game Show (BGS) 2015. Jogamos o título no estande da Microsoft e selecionamos de cara as seleções nacionais femininas, uma novidade inédita dentro da franquia. Seguem nossas primeiras impressões do jogo que chegou com essas novidades no mercado em setembro deste ano.

Foto: Divulgação

A movimentação das mulheres é mais lenta

Dentro do game, a EA deixou a correria dos times femininos ligeiramente mais devagar do que a dos masculinos. Preconceito ou realidade? O fato é que o futebol é um esporte dominado por homens e a proeminência de times masculinos dá a impressão que o preparo físico deles tende a ser mais agressivo.

Na correria, a impressão que se tem é que o carrinho da mulher vai mais em direção da bola, evitando contusões. No entanto, em matéria de dribles e bola parada, elas são tão artistas quanto eles.

A física é diferente

O movimento da camiseta das jogadoras e sua forma de reagir são bem distinta dos homens. Isso pode ser apontado como um acerto muito bem-sucedido da EA. Deixa a entender que os times femininos não são apenas skins alteradas das equipes masculinas.

Fora os diferenciais dos times femininos, a física da bola funciona bem, com deslocamento diferente no tempo seco e na chuva. Os goleiros também tem reflexos diferentes. No caso das mulheres, todas as jogadoras protegem a região dos seios, enquanto o time masculino protege a região dos órgãos genitais.

Comparando com PES 2016, FIFA dá mais gosto

Jogamos também Pro Evolution Soccer 2016 no espaço da Konami dentro da Sony, na BGS. O jogo rival exige mais controle da potência dos chutes e os goleiros se movimentam de uma maneira mais repetitiva, apesar de ter opções de grandes times como o Corinthians, que fechou contrato de exclusividade.

Como o novo FIFA traz pela primeira vez times femininos, o título da EA sai na frente num exame comparativo de primeiras impressões.

Clubes femininos podem estar no futuro da franquia

O produtor de FIFA 16, Samuel Rivera, deu uma entrevista ao site brasileiro Arkade afirmando que as jogadoras mulheres possuem mais precisão do que velocidade ou força. A inclusão delas também chamou atenção de outros gamers para a série de jogos de futebol. Por este motivo, a EA estuda trazer clubes além das seleções nacionais femininas.

"Se nós tivéssemos recursos ilimitados, nós expanderíamos o número de equipes e colocaríamos clubes, não só seleções nacionais. Mas ainda está muito cedo para dizer o que vai acontecer. No entanto, fico feliz que as pessoas estão gostando”, disse Rivera ao repórter Paulo Macedo.

E você, já jogou o novo FIFA?

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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