Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
Em maio de 2015, a Polícia Federal deflagrou a Operação Proteção Integral II visando combater crimes cibernéticos que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Foram cumpridos, simultaneamente, 129 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão preventiva em todas as unidades da federação, com foco na identificação e na prisão de abusadores sexuais de crianças e adolescentes. Participaram desse esforço conjunto 462 policiais federais e 175 policiais civis na época.
No mês de outubro, outra operação conjunta entre PF e Polícia Civil tiveram como alvo pelo menos 55 abusadores de crianças e adolescentes. Operação semelhante foi realizada também em dezembro de 2025. Sempre prendendo e investigando centenas de delitos digitais.
Em 11 de março de 2026, a Polícia Federal realizou em Americana (SP) uma operação contra um homem que praticava discriminação racial e apologia ao nazismo na internet.
Com o cumprimento da ordem judicial, foram apreendidos um telefone celular e um disco rígido. O conteúdo dos dispositivos foi analisado pela perícia, a fim de aprofundar as investigações e identificar outros possíveis envolvidos.
A ação fez parte da Operação Ethos, que busca reprimir crimes de ódio na internet. Em fevereiro, a PF realizou uma ação parecida no interior paulista, na cidade de São José dos Campos. Na ocasião, um homem foi preso por armazenar material de abuso sexual de crianças e adolescentes.
As informações são do site Gov.br, do governo Lula, da TV Globo e da Agência Brasil.
O criminoso pedófilo, já falecido, Jeffrey Epstein, conhecido por suas relações com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez contatos por email com o ex-CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick. As correspondências trataram, inclusive, sobre microtransações – agora vedadas para menores no ECA Digital, conhecido como Lei Felca.
A Lei 15.211/2025, conhecida como Lei Felca, é uma legislação para combate, identificação e proteção de crianças contra pedófilos e nazistas.
Com exceção de queixas pontuais da comunidade Linux e de consumidores de LoL e GTA, games que passarão por adaptações, a maior fonte de desinformação sobre o assunto é o deputado Kim Kataguiri, do União Brasil, autor original do Marco Legal dos Games – que foi inteiramente reformado pela ABRAGAMES, associações regionais, pela Rede Progressista de Games e por este Drops de Jogos.
O deputado @KimKataguiri é contra a criminalização do nazismo na Alemanha.
Lembrando que Kim apoiou a eleição de Bolsonaro, que era o candidato preferido dos neonazistas brasileiros. pic.twitter.com/3zbMe8Bwha
— JornalismoWando (@JornalismoWando) February 8, 2022

Kim que, misteriosamente, já se manifestou contra a criminalização do nazismo na Alemanha em entrevista ao Flow Podcast.
Coincidência?
Agora, me diga, você é contra a Lei Felca?
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Que vergonha de texto.