Videogame Crash: Microsoft cortará 4.800 empregos e Xbox será o setor mais afetado - Drops de Jogos

Videogame Crash: Microsoft cortará 4.800 empregos e Xbox será o setor mais afetado

Os cortes na empresa como um todo

Microsoft. Crédito: Denis Charlet/AFP

Microsoft. Crédito: Denis Charlet/AFP

A empresa Microsoft cortará 4.800 empregos e a divisão Xbox será a mais afetada. Essa eestruturação afetará sobretudo a divisão de videojogos Xbox e visa adaptar a empresa ao impacto da inteligência artificial.A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (6) que vai cortar cerca de 4.800 postos de trabalho, equivalentes a 2,1% da força laboral.

A mudança afetará sobretudo a divisão de videojogos Xbox e que pretende adaptar a empresa ao impacto da inteligência artificial (IA).

A gigante da tecnologia justificou a decisão com a necessidade de “ajustar recursos, investimentos e esforços” em um “ambiente tecnológico que evolui a grande velocidade”, afirmou a diretora de recursos humanos da empresa, Amy Coleman.

Executiva frisou que as mudanças na forma de desenvolver e utilizar a tecnologia estão ocorrendo “mais rapidamente do que em qualquer outro momento” da trajetória da empresa.

No âmbito desta reestruturação, a divisão de videojogos Xbox será uma das mais afetadas, com a saída de cerca de 20% do quadro de pessoal. Aproximadamente 3.200 postos de trabalho serão cortados das operações de jogos da empresa no próximo ano fiscal.

A diretora-executiva da marca Xbox da Microsoft, Asha Sharma, explicou numa mensagem interna que cerca de 1.600 demissões serão efetuadas de forma imediata, enquanto outras 1.600 ocorrerão de forma progressiva até ao ano fiscal de 2027.

“Reconheço que uma reestruturação ao longo de um ano acarreta desafios”, diz Sharma.

A empresa também seguirá seus concorrentes Sony e Nintendo no aumento dos preços dos consoles Xbox devido ao aumento do custo dos componentes impulsionado pela inteligência artificial que afeta a indústria de jogos.

Microsoft. Crédito: Denis Charlet/AFP

Microsoft. Crédito: Denis Charlet/AFP

Com informações da DW.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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