MPF arquivou um pedido de investigação contra o influenciador Monark por suposto racismo, após ele defender “hierarquias naturais” entre as pessoas. Numa entrevista, o YouTuber deu como exemplo pessoas mais inteligentes ou burras, e mais altas ou baixas.
Eafirmou que isso pode levar à acumulação de “poder” entre gerações.
Na avaliação do relator do caso, as declarações são ‘questionáveis” e há uma “patente simplificação do raciocínio”, mas não houve citação específica a raça, religião, nacionalidade ou orientação sexual nem ofensas a minorias.
Não foi verificado crime.

Informação da revista Veja de 29 de maio. Publicamos hoje.
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