Por Pedro Zambarda, editor-chefe. CONTÉM POSSÍVEIS SPOILERS.
Lançado em 25 de novembro de 2025, nos 45 do segundo tempo, A.I.L.A era muito aguardado e eu tive oportunidade de jogá-lo antes mesmo do seu lançamento. Desenvolvido pela Pulsatrix Studios, de FOBIA, o título tem como publishers a Fireshine Games e The Iterative Collective.
FOBIA chegou na cena brasileira de jogos ancorado no YouTuber MaxMRM, um gigante de 2,5 milhões de inscritos. Gigante no mercado, Max deixou AILA ainda mais a sua cara com o time da Pulsatrix. O personagem principal tem a casa inspirada na sua.
Há também uma piada com outro YouTuber, o Davy Jones, no gato Jones do game. Ele recebe uma ração inspirada no vilão Wesker de Resident Evil. Para quem não lembra: Davy viralizou no X/Twitter por confundir personagens de RE com o próprio Wesker – o que a comunidade do jogo de terror clássico não perdoou.
Para além das referências de YouTube
AILA é um aparelho de realidade virtual que você mexe no game. O protagonista passa a ser contagiado pelas simulações que ele faz parte. O primeiro VR, realidade virtual, apresentada é de um doppelganger, com o seu personagem fugindo de um monstro e eventualmente matando você mesmo.
Na segunda realidade, você tem contato com alienígenas sanguinários. E há uma fase em uma embarcação, com armas da época das grandes navegações. A ideia é você estar em simulações extremas.
O jogo não deixa de mostrar violência sangrenta, com membros decepados e monstros que trazem muito terror psicológico. A gameplay não é complexa, mas te envolve completamente.
O game brasileiro te traga para dentro. E não solta mais. Embora a gente tenha grandes títulos em 2025 como Capote e Hell Clock, entre outros, AILA provavelmente é o melhor game do ano passado que você não deu muita bola.
Aproveite. (E o jogo está por R$ 79,95 nas diferentes plataformas)

Notas
- Gráficos: 9
- Jogabilidade: 7
- Som: 10
- Replay: 8
- Nota final: 8,5
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
