Akuma’s Bloodrain é a mistura de Duke Nukem e Wolverine, com pitada de Mullet Madjack - Drops de Jogos

Akuma’s Bloodrain é a mistura de Duke Nukem e Wolverine, com pitada de Mullet Madjack

Resenha/Review

Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Akuma’s Bloodrain é um jogo indie brasileiro que me causou boa impressão logo que começou a aparecer na imprensa. No release oficial, os desenvolvedores explicaram sua inspiração clara em DOOM e Shadow Warrior. O sangue está lá. A galhofa está lá. A shotgun está lá.

Aquela espingarda doze de cano cerrado está lá. Explodindo monstros que parecem memes de creepypasta de internet.

O jogo tem um tempero artesanal. Criado pelos irmãos Hugo e Igor, da Sensen Games, Akuma é o nono game indie da dupla. E, diferente do que eles divulgaram, achei o protagonista com jeitão de Wolverine e a violência mais para a falta de noção de Duke Nukem, com sangue jorrando por todo canto e você sentindo os miolos espremidos ao andar sobre cadáveres.

Gameplay simples

O game que chegou em 6 de abril funciona, infelizmente, só no teclado. Sem controle. Você entra num estágio e tem que derrotar seres sorridentes que podem te fatiar, monstros voadores e búfalos furiosos. A rapidez na eliminação conta pontos a favor.

Se você acertar um tiro em cheio, o monstro brilha e é facilmete fatiado por suas garras no braço esquerdo.

O que falta é ritmo

Akuma tem o espírito de Mullet Madjack, um shooter brasileiro que é sensação na cena nacional de jogos indie e até no Steam internacional. Na prática, no entanto, ele me pareceu muito estanque em sua performance. É um game que abusa de simplicidade e violência para entregar um título que mexe com símbolos da nossa cultura pop.

Está disponível no Steam por R$ 23 aqui.

Notas

  • Gráficos: 9
  • Jogabilidade: 7
  • Som: 7,5
  • Replay: 7
  • Nota final: 7,62

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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