Por Pedro Zambarda, editor-chefe. CONTÉM SPOILERS.
O filme Senhor dos Aneis As Duas Torres, ao contrário do livro de Tolkien, que é entediante, elevou o patamar de combates em filmes épicos. Final Fantasy VII Rebirth, embora tenha mini-games demais, capricha na fidelidade, na subversão e nos aprofunda num universo ecocyberpunk.
O jogo não traz a morte de Aerith com o mesmo impacto do clássico de 1997, abrindo até a possibilidade de algo ser alterado no enredo. O que mostra que essa série de games da Square Enix não apenas recontam o enredo de um game dos mais bem avaliados da história. Mas mantém um constante diálogo com ele.
Tempos atrás entrevistei a influenciadora Ana Xisdê, que me contou que só conheceu Final Fantasy VII pelos remakes e que se apaixonou pela franquia de RPGs japoneses. No entanto, a paixão dela não se manifestou da mesma forma das pessoas que apreciaram os mesmos games dos anos 90.
Lá nos lutávamos e subíamos nível em um combate por turnos. Agora vemos o hack n slash frenético de Cloud contra Sepiroth como em Kingdom Hearts ou em Devil May Cry.
Não é a mesma coisa, mas é uma baita releitura. Jogamos a versão de PC de Rebith.
Notas
- Gráficos: 10
- Jogabilidade: 9,5
- Som: 9,5
- Replay: 10
- Nota final: 9,75

Final Fantasy VII Rebirth. Foto: Divulgação/Montagem Pedro Zambarda/Drops
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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
