Resenhas

FINAL FANTASY VII REBIRTH MOSTRA QUE FIDELIDADE NÃO É TUDO

Nossa resenha de Final Fantasy VII Rebirth, que chegou para PC em janeiro de 2025 e é o segundo episódio remake de Final Fantasy VII original, de 1997. Ele toma a liberdade de mudar aspectos da história canônica, de subverter expectativas de quem joga e conhece o original.

Mas traz muita coisa fiel ao jogo base, inclusive as sensações que existiam em gráficos rudimentares e personagens super deformed.

Veja o vídeo.

A sinopse no Steam: A Jornada Desconhecida Continua… Após escapar da cidade distópica de Midgar, Cloud e seus amigos partem em uma jornada pelo planeta. Novas aventuras aguardam em um mundo vibrante e vasto nesta entrada independente da trilogia de remake de FFVII.

Após uma batalha feroz, o ex-SOLDIER Cloud Strife e seus companheiros Tifa, Aerith, Barret e Red XIII escapam da cidade de Midgar, movida a mako, para sair para o vasto mundo. Uma jornada pelo planeta começa – cavalgando Chocobos por vastas e inexploradas planícies, visitando muitos lugares familiares em busca do herói caído Sephiroth, e a perseguição culminando na jornada do grupo para “A Capital Esquecida” do FINAL FANTASY VII original.

Ao mesmo tempo, o SOLDIER de primeira classe Zack Fair arrasta seu corpo maltratado pelas terras devastadas que levam a Midgar, apoiando seu querido amigo que está delirando devido a um grave envenenamento por mako. Além da fronteira entre a vida e a morte, ele vê uma fenda sinistra se espalhando pelos céus.

O Comitê de Resistência Shinra, um poder crescente liderado pelo governo em exercício de Wutai, declara guerra.
Um grupo de figuras misteriosas veladas em mantos pretos escuros carregam os restos mortais de Jenova, a “Calamidade do Céu”, para fins desconhecidos.

Sentindo a crise invasora do planeta, os antigos guardiões conhecidos como Weapons começam a despertar dentro do próprio fluxo de vida.

Tudo isso enquanto as maquinações do inimigo jurado de Cloud, Sephiroth, fazem com que inúmeros destinos colidam e se entrelacem, e eis que o próprio destino renascerá novamente.

FINAL FANTASY VII REBIRTH MOSTRA QUE FIDELIDADE NÃO É TUDO. Foto: Divulgação/Drops de Jogos

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Pedro Zambarda

É jornalista, escritor e comunicador. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Filosofia pela FFLCH-USP. É editor-chefe do Drops de Jogos e editor do projeto Geração Gamer. Escreve sobre games, tecnologia, política, negócios, economia e sociedade. Email: dropsdejogos@gmail.com ou pedrozambarda@gmail.com.

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