Resenhas

Gaucho and the Grassland é um Breath of the Wild mais vagaroso e com cultura BR. Por Pedro Zambarda

Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

A primeira vez que coloquei as mãos e joguei Gaucho and the Grassland foi num Zeenix durante a Gamescom Latam. E eu gostei de cara do game. Mas não é para todo mundo. Ou pelo menos não é para os fãs de Mullet Madjack, um título que a Epopeia Games também promoveu. Gaucho é algo para quem gosta de The Legend of Zelda Breath of The Wild.

E para quem gosta de Stardew Valley, Animal Crossing e joguinhos de fazendinha num geral.

Gostei da capacidade de customização dentro do game e criei uma personagem feminina de cara. O jogo foi financiado pelo Novas Façanhas, do governo do Rio Grande do Sul hoje sob Eduardo Leite, e pelo Pró Cultura e se mostrou uma excelente aplicação do dinheiro público. O dinheiro do estado gaúcho aplicado efetivamente na cultura gaúcha.

Mas Gaucho and the Grassland não fica apenas nos maneirismos do gauchês falado, apostando também em dragões, elementos fantasiosos, cantoras da MPB como Rita Lee e muitos easter eggs no cenário.

É um jogo simples de se jogar, fácil de se apreciar e voltado para quem quer ter uma experiência mais vagarosa.

Jogando com a Gaúcha em Gaucho and the Grassland. Foto: Reprodução/YouTube/Drops

Notas

  • Gráficos: 9
  • Jogabilidade: 8
  • Som: 8
  • Replay: 9
  • Nota final: 8,5
Pedro Zambarda

É jornalista, escritor e comunicador. Formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Filosofia pela FFLCH-USP. É editor-chefe do Drops de Jogos e editor do projeto Geração Gamer. Escreve sobre games, tecnologia, política, negócios, economia e sociedade. Email: dropsdejogos@gmail.com ou pedrozambarda@gmail.com.

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