Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
Metal Gear Solid Delta Snake Eater tem um problema sério de gameplay. E remakes estão aos montes no mercado. The Last of Us estragou esse nicho. Metal Gear parece acertar muito por um lado, mas erra em outro.
O meu Metal Gear Solid 3 favorito de todos os tempos de 2004 tinha menus burocráticos e confusos. Delta em 2025, duas décadas depois, torna a camuflagem acessível em um botão do controle.
O New Style realmemte é um chamariz no novo game.
O problema? Ele ainda é muito estanque, muito travado, em comandos do Naked Snake em tela.

Tem vezes que eu acho que estou no jogo de 2004 e outras que acho que estou em Metal Gear Solid V The Phantom Pain de 2015.
Essa confusão não favorece.
O remake surge no tempo certo, ainda mais com as tensões geopolíticas postas hoje. Para uma geração que precisa entender as camadas de cinza nos conflitos bélicos.
Mas a história, os paralelos com Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria estão todos lá. O jogo está lindo.
Mas esse ponto da gameplay pega mesmo.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
