O complicado e bonitinho Wildgate. Por Pedro Zambarda - Drops de Jogos

O complicado e bonitinho Wildgate. Por Pedro Zambarda

Menu esquisito e não me pegou muito

Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Lançado em 25 de julho de 2025 pela Moonshot Games com a Dreamhaven, Wildgate tenta manter a herança de jogos que dominaram a década passada como Overwatch e seu modo de tiro eternamente online, com personagens coloridos e inclusivos. Com a proposta de fazer jogos “mais positivos”, publisher e desenvolvedora talvez pecaram pela falta de mais realismo.

Veja bem, Wildgate não é um jogo propriamente ruim. Ele é colorido, as batalhas de nave empolgam, mas ele conta com burocracias que afastam, como menus complicados (algo quen tem em Death Stranding e espantaria se a história não fosse boa). Em alguns momentos, de maneira positiva, Wild lembra Star Wars Battlefront quandon enfim você vai para a batalha. Tem um que de Starfield, mas sem o apelo graficamente realista.

Me empolguei destruindo duas naves em seguida, morri um bocado de vezes e esqueci de me organizar com o oxigênio.

Wildgate é mais uma opção para fãs de Apex e Overwatch, sem tanto o apelo já marcante dos originais. Mas que acerta ao trazer confrontos online de personagens no espaço, naves gigantescas, duelos e tomada de objetos.

E é muito bom voar no espaço a bordo de uma turbina!

Notas

  • Gráficos: 8,5
  • Jogabilidade: 6
  • Som: 8,5
  • Replay: 6
  • Nota final: 7,25

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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