Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
O comentário a seguir é uma opinião, um palpite e, quem sabe, uma torcida. Lançado por 20 dólares pela Team Cherry, empresa indie da Austrália, Hollow Knight Silksong tomou a indústria de games de assalto. Primeiro, por preservar a filosofia indie do primeiro Hollow Knight de 2017.
O jogo não seguiu a ideia do mercado financeiro e da especulação. Virou até meme. Era prometido e nunca vinha. E só demorou porque os desenvolvedores assim quiseram.
Lembrei de uma ligação de uma amiga minha, meses atrás. “Quando sai seu livro?”.
Respondi: “Quando tiver que sair”. Assim deveriam ser as coisas.
E quando Silksong viu a luz do dia, só estava caro na plataforma PlayStation. Quem pirateou o jogo, pediu para as pessoas comprarem dos desenvolvedores. 20 dólares é muito barato. Para brasileiros, sai por 58 reais.
No Metacritic, o game promete bater em Clair Obscur Expedition 33 e em Death Stranding 2. Vai bater em superproduções. Porque é indie. E é popular.
A protagonista de Silksong é a princesa Hornet, que foi sequestrada e levada para um reino desconhecido e completamente novo.
Esse reino é Pharloom, uma terra distante e ainda mais profunda do que Hallownest, que é regido por dois pilares: seda (“silk”) e música (“song”).
Silksong é o jogo anti-crunch. Anti especuladores.
Silksong é o jogo que derrubou o Steam, a PlayStation, devido a sua alta procura.

Silksong tem tudo para ser o game do ano de 2025. Isso é um chute. E uma torcida.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
