Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Em tempos de Persona 6 anunciado no Summer Game Fest 2026, em pleno evento da Xbox, apesar das demissões em massa, eu tive a oportunidade de jogar Persona 3 Reload no Nintendo Switch 2 em plena Brasil Game Show 2025, a BGS. E só agora deu tempinho de escrever algo.
Lançado em 23 de outubro do ano passado e antecipado no evento brasileiro, ele é um remake de um game da Atlus para PlayStation 2 no ano de 2006. Quase vinte anos depois, ele roda bem no híbrido da Nintendo. E te coloca no papel de um jovem recém-transferido para o Colégio Gekkoukan e que acaba se juntando a um grupo para investigar o misterioso fenômeno da Hora Sombria.
Transferência para o Unreal Engine
Visualmente, o game traz definições gráficas nítidas e é um belo JRPG de jovens lidando com as trevas em batalhas de turnos. A história densa dá uma disfarçada em algumas imperfeições gráficas presentes, transições borradas.
O ritmo do jogo não é o dos mais rápidos, no entanto ele pode ser uma pedida para apreciar a franquia no console da Big N enquanto seu sexto capítulo não chega. É fundamental mergulhar nesse mundo para entender a importância Shin Megami Tensei: Persona 3, o quarto capítulo da série.
É complexo, sombrio, colorido e noturno ao mesmo tempo. Vale a pena.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
