Por Pedro Zambarda, editor-chefe.
Pensado em 2020, anunciado em junho daquele ano, Pragmata é a prova que a Capcom está dominando 2026 com o retrô e o original. É uma das mais belas experiências com a RE Engine – sem a genialidade gore de Resident Evil Requiem.
O enredo é simples. O astronauta Hugh Williams perde todos os seus companheiros para uma IA maligna chamada IDUS na Lua. E ele é salvo uma menina criança artificial, uma androide, que ele batiza como Diana, tendo a missão de retornar para a Terra.
Hugh e Diana ampliam seus recursos, o Abrigo, as armas e os aliados robôs. E eles desenvolvem um relacionamento de pai e de filha, nas melhores tradições da grande indústria com Death Stranding e a nova geração de God of War. É o típico jogo de pai.
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Parece só um jogo de tiro e não é
No abre de Pragmata, parece só um jogo de tiro em terceira pessoa. Mas é o hackeamento de Diana que permite seu personagem eliminar inimigos e bosses. O jogo tem uma média de duração de 10 horas, mantendo essa mecânica com alguns puzzles.
Diana é o destaque dos trailers e é o elo que prende o jogador, dando um protagonismo feminino e infantil magnéticos para quem contempla um game com gráficos de ponta.
Nas redes sociais, os players estão relatando que o jogo está fazendo eles cogitarem criar uma família.
Num mundo pós-pandêmico e envolto em ameaças de guerras em 2026, é a ficção que traz esperança para as pessoas.

Notas
- Gráficos: 10
- Jogabilidade: 8,5
- Som: 9
- Replay: 9
- Nota final: 9,12
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
