Primeiras impressões de Resident Evil 2 Remake

Joguei o game no WB Summit, evento da Warner, no começo de agosto no Brasil.

Foto: Divulgação

Resident Evil 2 Remake era muito esperado. Neste final de mês, uma demo com Claire Redfield diante do monstro William Birkin foi liberada na Gamescon, na Alemanha, e em sessões fechadas da Capcom no Brasil. Eu joguei a versão da demo com Leon S. Kennedy na delegacia.

Olhando superficialmente, a demo parece RE4 com os elementos de terror que renovaram o game no sétimo capítulo, sucesso de 2017. No entanto, além dos locais conhecidos do game de 1998, o jogo trabalha melhor os zumbis.

A delegacia sofreu algumas alterações sutis. Um policial ferido que aparece em um local específico acaba sendo trasnferido pro saguão principal, por exemplo. Nos embates contra os mortos-vivos, você precisa unir rapidez e eficiência. Leon não corre tão rápido, mas o suficiente para desviar os monstros. O foco da mira só se estabelece depois de algum tempo apontando a arma.

Acertando a cabeça, o avanço do zumbi é retardado, mas ele pode não morrer de primeira. Acertar os olhos desorienta o monstro, mas o que realmente o derruba é acertar as pernas.

É possível acender e apagar as luzes de alguns cenários. Andando de lanterna em áreas sem luz da delegacia, os sustos são quase uma certeza.

Assim como Resident 7, cuidado com a munição. Economize.

Resident Evil 2 Remake chega no dia 25 de janeiro de 2019 para Xbox One, PS4 e PC. Promete consagrar uma franquia clássica, de mais de duas décadas, ano que vem.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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