No programa Dropando a Real, Pedro e Paulo Zambarda de Araújo analisaram Saros da Housemarque com Sony na presença de Patricia Gnipper. Confira o review logo abaixo.

Comparando Saros e Duna
De Pedro Zambarda no Drops: “Embora nem todos os cenários sejam desérticos, os trajes para temperaturas fortes e a adrenalina de inimigos tipo vermes e que explodem no bullethell me lembrou o romance de Frank Herbert. Um futurismo decadente.
Em que precisamos de energia mais do que nunca.
Mas há outros paralelos possíveis na estética desse game com títulos atuais. Identifiquei também cenários decadentes que me lembraram Elden Ring tanto pelo tom majestoso quanto pelo traçado quebrado.
Tem que morrer para acumular pontos e elevar o personagem em caminhos aleatórios, assim como em Returnal. E o jogador, em si, aprende com as dificuldades.
Não é um jogo sobre perfeccionismo. É sobre perda, aprendizado e superação. Com gráficos coloridos e belíssimos do estúdio que começou efetivamente com o desenvolvimento de jogos na Finlândia.
Jogo chegou em 30 de abril e ainda está exclusivo no PlayStation 5 – mostrando o ápice gráfico da máquina”.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
