Samsung Galaxy Note 9, uma resenha tardia

Galaxy Note 9. Foto: Divulgação

Tivemos a oportunidade de ficar por mais de seis meses com o Galaxy Note 9, o smartphone gigante da Samsung. Sua tela de 6,4 polegadas e muito espaço interno (chega até 512 GB de armazenamento) o coloca  entre as melhores experiências com a marca, acompanhado pelo S Pen que permite fazer anotações rápidas sem desbloquear o gadget.

O preço dele no lançamento era salgado, ultrapassando a barreira dos R$ 5400. Um ano depois, você consegue encontrá-lo por R$ 3300 até R$ 2200 (se buscar bastante na rede). Não é, de fato, um aparelho barato.

É top de linha como a série S.

Mas ele compensa com as cores vivas de sua câmera traseira de 12 MP ou mesmo os 8 MP da frontal. 

E o que pega também é sua bateria bastante satisfatória, de 4.000 mAh. Evitando problemas de segurança, o desempenho mantém o celular com rendimento acima de um dia de duração.

Com 201 gramas de peso, o Note 9 é um smartphone quase tablet peso pesado. Corrige erros de versões anteriores e se mantém como uma opção premium importante para a Samsung, que ela investe tanto quanto a série S. Isso é explícito também no marketing pesado da marca com o Note 10.

NOTAS

Design: 9
Desempenho: 9
Custo-Benefício: 8,5
Nota final: 8,83

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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