Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Após uma Copa do Mundo vencida pela Espanha, além das prováveis despedidas de Neymar Jr. no Brasil e Messi na Argentina, EA FC 27 chegou em 25 de setembro com poucas novidades nos modos tradicionais e sem esses dois craques. The Grounds é a principal novidade dessa versão.
Trata-se de um “GTA de futebol”, dando sequência ao modo história de Alex Hunter, introduzido no The Journey de FIFA 17, que agora passa o bastão para um novato configurado por você.
Dá para jogar partidas de rua que me lembraram bastante o extinto FIFA Street (2×2 e 3×3), rolando a bola em campos menores e no meio da rua. É um belo acréscimo após o sucesso do 5×5 do Rush em FC 26.
Sua jornada é melhor stats, num RPG em desenvolvimento, com muitos elementos do online.
Dá para jogar modos dos torneios e até como técnico dos times. Modo Ultimate Teamtá disponível como sempre como a parte paga do game da EA que é ex-FIFA. E tanto repeteco, com algumas novidades, dá um gosto para o game de mais do mesmo para uma franquia que poderia inovar.
O que interessa
A Electronic Arts mudou de mãos, numa venda para um fundo saudita com intermédio do genro do Donald Trump. A mudança da gestão da empresa deve ser sentida em seus games.
No que interessa, FC 27 mostra melhoras progressivas na mecânica do jogo de futebol em campo e eu senti cada vez melhor o impacto da bola, dos chutes e das corridas dos players. Isso torna o game cada vez mais gostoso de se apreciar. E mantém a coroa da EA como dona do melhor simulador do esporte do futebol, um dos esportes mais apreciados do mundo e uma paixão dos brasileiros.
Como o eFootball da Konami tem fechado parcerias brasileiras, esse é o melhor simulador de futebol que segue não valorizando clubes nacionais e insistindo no conteúdo pay-to-win. É um excelente game, viciante para mim, mas tem lá seus problemas.
Notas
- Gráficos: 10
- Jogabilidade: 10
- Som: 8
- Replay: 8
- Nota final: 9
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.
