Desenvolvedor carioca cria card game de batalha entre consoles antigos e retrocomputadores

Jogo conta com 37 cartas, sendo 34 de sistemas antigos e outras três cartas especiais, que modificam a dinâmica.

  • por em 30 de janeiro de 2020

Imagem: reprodução

O desenvolvedor carioca José Lucio “SLotman” criou um baralho de cartas no estilo “Super Trunfo” que, ao invés das tradicionais disputas entre atributos de veículos ou heróis, bota retrocomputadores e consoles do passado em campo para medir suas qualidades e performances.

Denominado Retro Fight, o jogo conta com 37 cartas, sendo 34 de sistemas antigos e outras três cartas ‘especiais’, Overclock, Emulador e Curto-circuito.

“Tem umas cartas ‘modificadoras’, tipo ‘overclock’, para deixar a velocidade do processador mais rápida, carta “emulador”, que “iguala” a melhor carta da rodada, e de “curto circuito”, que “destrói” todas as cartas da rodada”, explicou o criador em bate papo com o Drops de Jogos.

“É bem parecido com Super Trunfo, com pequenas diferenças: você tem ‘stats’ tipo ‘processador’, ‘bits’, ‘quantidade de cores’, mas tem coisa tipo ‘ano de lançamento’, e ai ‘vence’ o computador mais antigo”, comentou, dando detalhes do projeto. “As ‘super-máquinas’ (equivalentes as cartas ‘top’ do Super Trunfo) são o Atari PONG e o Odyssey 1”.

“Até agora [este] foi esse único baralho que eu fiz. Quero mostrar na Game Expo Rio e ver a receptividade”, anunciou. “Se for boa, ai eu quero fazer um financiamento coletivo”.

O produtor e CEO da Icon Games, que já desenvolveu jogos digitais como Bola de Gude e Mahjong Max, entre outros, afirmou que, para criar as diferentes especificações dos equipamentos presentes em cada carta,
fez um detalhado levantamento de informações dos consoles e computadores.

“Aí, joguei tudo num planilhão de Excel e sai testando para ter um balanceamento legal da coisa toda”, declarou, com expressão divertida.

Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas diretamente no site do Retro Fight.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.