Documentário ‘Atari: Game Over’, sobre cartuchos de ET soterrados, está no Netflix

Documentário registrou a busca pelos cartuchos no lixão de Alamigordo, no Novo México.

  • por em 18 de abril de 2015
Imagem: captura de telas do documentário

A boa notícia de hoje para os fãs de jogos digitais e da história dos games é que o Netflix, sistema de streaming de vídeo, disponibilizou o documentário 'Atari: Game Over' com legandas em protuguês e inglês.

O documentário, realizado no primeiro semestre de 2014, que resgata o mito dos cartuchos de ET enterrados em um lixão da cidade de Alamogordo, no Novo México, nos Estados Unidos, já havia sido disponibilizado em novembro do ano passado no Xbox Live, mas sua inclusão no canal de vídeos online é bem vinda pelo fato de não restringir o acesso aos proprietários de uma plataforma específica, permitindo que até fãs do tema mesmo não sendo jogadores possam reviver os dias da insurgente cultura dos jogos digitais, contados aqui por profissionais como Nolan Bushnell, criador da Atari, Seamus Blackley, co-criador do Xbox, e também Howard Scott Warshaw, o brilhante engenheiro desenvolvedor de games da Atari, sobre quem caiu a maldição de ter criado o famigerado cartucho, considerado o pior jogo de todos os tempos.

Com tramas paralelas, que mostram o caráter histórico daquele período e, simultaneamente, o empenho de um morador local para solucionar o mistério que ronda a cidade e o imaginário dos gamers há mais de 30 anos, o documentário conduz o espectador por uma narrativa mítica e mostra momentos únicos da história dos videogames, como o comportamento bizarro dos primeiros desenvolvedores e a ascenção vertiginosa de uma empresa criativa que revolucionou o mercado.

O documentário é obrigatório para interessados no assunto e diversão garantida, com direito a momentos nostálgicos e muitas curiosidades. Vale a pena dedicar uma hora de seu tempo para esse resgate histórico.

Documentário: Atari: Game Over
Direção: Zak Penn
Produção: 2014
Duração: 1h 6min
Streaming: Netflix 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Cultura