Estudo da Dell traça perfil do jogador brasileiro como engajado, inclusivo e atleta

Levantamento derruba estereótipos e revela novo perfil do gamer brasileiro.

  • por em 16 de maio de 2018
Imagem: Fotomontagem com arquivo do site Diabetesde.org

Uma recente pesquisa encomendada pela Dell, fabricante de computadores e equipamentos eletrônicos, rejeita perfil do jogador isolado do mundo em seu quarto
 
A pesquisa, realizada pela consultoria ResearchScape com 5.763 jogadores, mapeou os hábitos, comportamentos e peculiaridades de jogadores de 11 países: Australia, Brasil, Canadá, China, França, Alemanhã, Índia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unidos e Estados Unidos. No Brasil, foram 580 entrevistados, que revelaram um brasileiro ligado em games que gosta de fazer atividades físicas, passar tempo com a família e amigos e é inclusivo, além de ser orgulhoso de jogar.

De acordo com o estudo, 46% dos consultados no país relataram fazer atividades físicas regularmente, contra uma média mundial de 35%. Além disso, gostam de escutar música (75%), viajar (67%), passar tempo com a família (67%) e curtir com os amigos (60%).

Quando o tema é inclusão, uma margem ainda significativa de 14% dos jogadores relatou importar-se com a raça, orientação sexual ou visão política de seus adversários ou parceiros em jogos online. A média mundial, ainda mais elevada, fica na marca dos 21%. Por aqui, na hora de jogar, o que mais importa é escolher um parceiro de equipe com habilidade no jogo para51% dos entrevistados.

Os jogadores brasileiros têm orgulho de jogar e afirmaram que, por serem gamers, são mais divertidos (50%), empolgados (41%) e inteligentes (40%). Apenas 7% dos consultados afirmaram que se sentrem julgados ou diminuídos por conta do hábito.

De acordo com Vinicius Lima, Gerente de Marketing para o Portfólio Gaming da Dell, este “é um grande momento para que novos gamers juntem-se à comunidade". 

Mais informações podem ser conferidas diretamente no relatório online da pesquisa.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Cultura