Game de Curitiba coloca jogador para enfrentar as dificuldades dos deficientes no dia-a-dia

Jogo promove a oportunidade de um convívio saudável em sociedade, ensinando os "não-deficientes" a agir em favor das necessidades e bem estar do próximo.

  • por em 22 de junho de 2016
Imagem: divulgação

A administração municipal da cidade de Curitiba, no Paraná, disponibilizou um game voltado a sensibilizar o público em geral, vivenciando o cotidiano e as dificuldades das pessoas com deficiência. O game Alter, do latim “o outro”, propõe ao gamer colocar-se no lugar dos deficientes, como um desafio a sentir na pele o que outro sente.

Conforme atesta a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que entrou em vigor no início desse ano, entende-se por pessoa com deficiência "aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas", como destaca o artigo 2º.

O objetivo da proposta é proporcionar aos jogadores uma experiência virtual e sensorial de viver estas dificuldades e conhecer as barreiras que cada um enfrenta em seu caminho, por meio da apresentação de situações com cinco tipos de deficiências. 

"Cada fase contempla um personagem com uma diferente deficiência: intelectual, física, auditiva, visual e o TEA – transtorno do espectro do autismo. Para cada fase o cenário propõe uma experiência sensorial diferente trabalhada através dos recursos de sound design, animação, e de acordo com grau de dificuldade dos obstáculos", explica o texto de divulgação do projeto na fanpage da adminsitração de Curitiba, no Facebook.

Com esta iniciativa, a prefeitura local dá um passo avante para o convívio saudável em sociedade e ensina os "não-deficientes" a agir pensando nas necessidades e bem estar do próximo.

O game pode ser jogado diretamente através do aplicativo disponível no Facebook.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Cultura