A pressão dos fantasy games prossegue. Por Pedro Zambarda

Eles querem que a gente não diga que fantasy games são apostas, quando eles são apostas

Cartola. Foto; Divulgação

Cartola. Foto; Divulgação

Por Pedro Zambarda, editor-chefe.

Recentemente publiquei que fantasy games fazem parte do ramo das apostas, além de prosseguir cobrindo o Marco Legal dos Games. E algo curioso aconteceu no dia seguinte que publiquei esses dois textos: Passei a ser procurado, com alguma insistência, pela empresa ligada aos fantasy games Cartola e Cartola Express.

Nas mensagens, a assessoria insistia para que eu comparecesse em um evento na Globo Experience em São Paulo. A Cartola é um produto do Grupo Globo, que faz parte da ABFS, a associação dos fantasy.

O contato não foi apenas por email. A assessoria chegou a me procurar por WhatsApp. Insistindo para que eu participasse.

O intuito, com tanta propaganda, é um só: Que eu me cale, ou mude de ideia, sobre os fantasy games.

Gênero de jogos que tentou se infiltrar no Marco Legal dos Games e que agora tentam entrar nos eSports. E cujos representantes estão em eventos de bets e apostas.

Nada contra grupos de comunicação buscarem o Drops de Jogos. Inclusive o espaço é aberto à manifestação das partes citadas.

Mas não pensem que vão mudar a nossa posição editorial dessa forma.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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