Conheça 17 empresas que estão definindo o futuro dos games brasileiros

Site mexicano que impulsiona o empreendedorismo tecnológico na América Latina listou as empresas.

  • por em 11 de dezembro de 2019

Imagem: fotomontagem

O panorama para o desenvolvimento de games no Brasil vem mudando significativamente nos últimos anos, com a presença cada vez mais marcante de jogos criados por desenvolvedores locais que começam a ganhar atenção de publicadoras, consoles e público internacional.

O site mexicano Contxto, voltado a impulsionar o empreendedorismo tecnológico na América Latina, elencou 17 empresas brasileiras desenvolvedoras de games que estão fazendo bonito no mercado e podem estar inscrevendo o país na história dos jogos ao lado dos grandes sucessos mundiais.

Segue abaixo a relação das desenvolvedoras:

Aquiris (Porto Alegre)
Com cerca de 80 profissionais, a Aquiris ganhou certa notoriedade internacional com Horizon Chase Turbo.

Cupcake Entertainment (Porto Alegre)
Especializada em jogos F2P, a empresa levantou um investimento de US$1 milhão com a tailandesa Playlab.

Yupi Studios (João Pessoa)
Braço da Yupi Devshop em território nacional, a empresa vem oferecendo aplicativos, games, e soluções corporativas para várias plataformas, como iOS e Android.

Skullfish Studios (São Paulo)
Desenvolvendo projetos de games para várias plataformas, o estúdio vem trabalhando, também, com a tecnologia de Realidade Virtual e Realidade Aumentada.

SitNPlay Games (Santos – SP)
A empresa permite aos vitoriosos nas competições de e-Sports converter seus prêmios em dinheiro através do PayPal, Bitcoin ou Steam Gift Cards.

Wildlife Studios (São Paulo)
Recentemente reconhecida como o “Unicórnio Brasileiro”, a empresa conta com aproximadamente 2 milhões de downloads de seus games em um total de 115 países, e foi avaliada em US$ 1,3 bilhão pelo Benchmark Capital.

VOX Game Studio (Porto Alegre)
Os gráficos de alta qualidade sempre foram o forte da empresa que, agora, vem apresentando criações temáticas com tênis e futebol virtual.

Fire Horse Studio (São Paulo)
Com uma linha de produtos educacionais com games, o estúdio vem ganhando notoriedade com projetos como o jogo da animação Hora de Aventura, do Cartoon Network.

Double Dash Studios (Rio de Janeiro)
Com um perfil voltado à Cultura Pop, o estúdio apresenta jogos com um visual retrô modernizado, com mecânicas de jogabilidade refinada.

Oktagon Games (Londrina)
A empresa especializou seu trabalho no auxílio a outras desenvolvedoras, co-produzindo um total de 22 games, entre puzzles, jogos de estratégia e de exploração.

Umbu Games (Belo Horizonte)
Envolvido em projetos educacionais capazes de oferecer também momentos de diversão aos jogadores, o estúdio foi contemplado com investimentos oriundos do programa de aceleração GameFounders, de 2017.

Behold Studios (Brasilia)
Reconhecida pelo lançamento de Knights of Pen & Paper, a empresa também chamou a atenção do mercado com Chroma Squad e está lançando o multiplayer Out of Space.

Black River Studios (Manaus)
Com uma produção de games de realidade virtual imersivos e divertidos, a emrpesa conta com projetos instigants como Jake & Tess’ Finding Monsters Adventure, Rock & Rails, Angest e Conflict 0.

Flux Games (São Paulo)
Com mais mde 70 projetos desenvolvidos para várias plataformas, desde 2012, o estúdio ganhou notoriedade com o jogo de luta GUTS (Gory Ultimate Tournament Show).

Sinergia Studios (São Paulo)
Criado em 1985, o estúdio oferece soluções criativas com games e advergames para o mercado e possui projetos como Pocket Kitchen e Vigilante Ranger.

Imgnation Studios (Santa Maria – RS)
Com criações voltadas à Realidade Virtual, o estúdio gaúcho recebeu investimentos por meio do programa de aceleração GameFounders em 2015 e vem se destacando com projetos nessa tecnologia, a exemplo de Monowheels.

Pipa Studios (São Paulo)
Com games voltados aos dispositivos móveis, a empresa tem entre seus projetos o bem avaliado Praia Bingo, disponível para Facebook, iOS e Android.

Fonte: Contxto

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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