Indies disponibilizam jogo de terror Colina 1.5 gratuitamente de olho no mercado

Dispostos mostrar a qualidade de gráficos e roteiros de seus trabalhos, desenvolvedores da Samurai Games, do interior de São Paulo, oferecem ao público game de terror psicológico.

  • por em 4 de abril de 2015
Foto: Montagem/Divulgação/Kao Tokio

Os games brasileiros estão ganhando em qualidade de produção e em roteiros elaborados, como é possível observar em vários trabalhos produzidos nos últimos anos. Colina é um destes jogos, em produção pelas mãos da equipe do estúdio independente Samurai Games sediada em Ourinhos, no interior de São Paulo. Eles mostram que as iniciativas nacionais nada devem para os indies internacionais.

O Drops de Jogos conversou com Denis Alvarez dos Santos, game designer e proprietário do Samurai Games, estúdio que finalizou o projeto. O jogo hoje está presente na plataforma Greenlight do Steam, pertencente à Valve, para votação popular. "Não há financiamento coletivo ou qualquer outro tipo de remuneração e o jogo é totalmente gratuito", explicou. "A intenção é que o Colina seja um portfólio para demonstrar a capacidade da Samurai Games ao máximo de jogadores e prepará-los para os próximos games", afirmou, antevendo novos projetos.

Colina pode ser descrito como uma aventura de terror que promete tensão em uma trama cheia de suspresas e sustos para os jogadores. "O projeto começou como um patch de atualização para o primeiro trabalho, mas após várias modificações e estudos, tornou-se uma nova versão do jogo". A aventura se passa em um vilarejo ao pé de uma colina que dá nome ao jogo. O personagem principal conduz a ação e visita a cabana da avó, povoada de mistérios.

A versão atual, denominada 1.5, foi lançada pelo site Desura no final de março e está disponível para download gratuito. A Samurai Games espera que os apreciadores contribuam com o projeto, dando seu sinal verde no Greenlight. O voto pode ser realizado através deste endereço.

Confira o o link para o site da Samurai Games e para o site do Desura.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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