Meetings são uma baita oportunidade do BIG aos desenvolvedores brasileiros, afirma criador de Ritmosphere

O evento está superando as expectativas em todos os sentidos, de acordo com o desenvolvedor.

  • por em 2 de julho de 2018

O BIG Festival encerrou suas atividades no último domingo, dia 01 de julho, com uma das edições mais bem elaboradas desde sua criação. O evento foi alvo de críticas de parte dos desenvolvedores nacionais, mas deixa também o saldo positivo em várias frentes.

O Drops de Jogos conversou durante o evento com o desenvovedor de Curitiba, Luiz carlos Martins, criador do game musical Ritmosphere e colheu as boas impressões do profissional em relação ao evento como um todo e, em especial, aos encontros entre produtores e investidores no BIG Meeting.

"Estou desde às 9h, conversando com profissionais, representantes das maiores empresas do mundo, tanto de mobiles quanto outras plataformas, e a conversa com eles foi muito produtiva, todos muito atenciosos, é impressionante; eu não queria mais sair de lá. Com certeza está superando as minhas expectativas em todos os sentidos", afirmou o jovem, natural de Londrina, com seu leve sotaque.

"Essa oportunidade que a gente tem de trocar com profissionais de tanto renome é  muito interessante. Só dos meetings que foram marcados pela plataform do BIG, foram de 8 a 10 reuniões que eu tive hoje nas mesas; mas nos corredores e até no restaurante, foi possível conversar também com outros profissionais então, é o tempo todo trocando experiências e recebendo feedbacks… É uma baita oportunidade que o BIG está dando para os desenvolvedores brasileiros"

As disposições estruturais do evento também foram avaliadas positivamente pelo participante, que se impressionou com a visitação do público em geral nos stands e até mesmo dos jovens que praticam passos de dança com regularidade semanal do centro cultural. "O espaço aqui é bem bacana a gente tem um stand individual, veio gente de todas as idades para testar os jogos, os jovens que dançam por aqui, está sempre rendendo um alcance para o nosso trabalho", avaliou. 

Martins afirma que as conversas já estão rendendo oportunidades efetivas para seu projeto, a exemplo do contato com a Playmove. "Estou conversando com a Playmove, uma empresa de Blumenau, para a criação de uma versão do Ritmosphere. A empresa tem uma plataforma educacional, que é um tablet grande, e trabalham com jogos educativos. Como o Ritmosphere também tem essa abordagem, estamos com boas perspectivas", finalizou o criador.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Indie