Parque temático The Void oferece jogabilidade imersiva em ambiente real e Realidade Aumentada

Projeto que une virtual e presencial deve criar experiência similar a viver em uma 'Matrix'.

  • por em 12 de maio de 2015

Os habitantes de Pleasant Grove, Utah, nos EUA, estão prestes a viver as maiores aventuras imersivas em Realidade Aumentada que se poderia desejar e muito além das experiências vividas por meio dos óculos 3D, como Oculus Rift e Gear VR. A cidade deverá abrigar já em 2016 o The Void, primeiro parque temático com RA em ambientes especialmente construídos para interagir com até 10 amigos em ambientes virtuais para combates futuristas ou explorações de masmorras de fantasia medieval.

Construído em estruturas móveis, o espaço com ambientes de aproximadamente 300m2 (ou 18m X 18m), é reconfigurável, para permitir diferentes locações, que são complementadas pela modelagem digital, que recobre os espaços, criando paredes, portas, painéis interativos e toda sorte de elementos virtuais para imergir e vivenciar as narrativas propostas. Para aprimorar as sensações do jogo, a tecnologia ainda apresenta recursos adicionais como lançamento de vapores, chuva artificial, fiações penduradas e outros materiais que, vistos pelos óculos 3D, se assemelham a teias de aranha, bafos de monstros e um grande números de surpresas.

Ken Bretschneider, ex-profissional da área de segurança digital e idealizador do projeto, afirmou ao jornal The Washinton Post que pretende estabelecer parcerias com estúdios de criação de games para a produção de outras experiências com o projeto. "Não há um meio de criar realidade virtual plena para o mercado doméstico. Tornou-se claro para mim que era necessário construir uma instalação onde as pessoas pudessem vir sem precisarem se preocupar sobre como ligar a realidade virtual, fazê-lo funcionar e tentar correr pela casa", declarou o criador, que já investiu aproximadamente US$ 13 milhões na tecnologia.

O parque temático deve abrir no verão norte americano de 2016. O vídeo abaixo mostra o potencial do projeto, que pode acabar deixando os consoles enconstados em casa.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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