Como a sua empresa pode participar do metaverso? Por Juliano Barbosa

Está pronto?

Metaverso

Metaverso. Foto: LinkedIn/Reprodução

Por Juliano Barbosa Alves no LinkedIn.

Segundo uma pesquisa realizada pela Analysis Group, os negócios relacionados com o metaverso tem o potencial de contribuir com mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) global dez anos após o começo de sua adoção. Essa conta é estranha mas a estimativa é que se esse início acontecer em 2022, o resultado será de US$ 3 trilhões até 2031.

Se considerarmos o termo metaverso como uma uma versão integrada da internet, onde o principal diferencial é o de “estarmos dentro dela”, em vez de apenas acessá-la, o metaverso tem o potencial de se tornar uma rede de experiências, aplicativos, dispositivos e infraestrutura interconectadas.

Ou seja, esse ambiente interativo pode mesclar ainda mais os mundos físicos e digitais e isso já não é mais um cenário de ficção científica apenas, é uma tecnologia muito presente e real que já está sendo criado por diversas empresas nacionais e internacionais.

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Metaverso

Metaverso. Foto: LinkedIn/Reprodução

Em se tratando do Brasil, pesquisas mostram que mais de 80% dos brasileiros nunca acessaram o mundo virtual, sinal de que existe inúmeras oportunidades nas mais variadas áreas que podem ser exploradas por aqui.

Mas por onde uma empresa pode começar? Bem, existem diversas aplicações no uso dos metaversos, desde iniciativas de posicionamentos de marcas (Ex. Outdoors dentro de jogos e mundos virtuais), como questões de patrocínio (de campeonatos e ações), até mesmo conceitos mais tradicionais como construções e espaços da marca, só que dessa vez completamente construídas dentro dessas plataformas digitais.

Independente de qual seja a ação, a principal vantagem aqui é a contínua criação de relacionamentos com as novas gerações que estão se afastando de negócios mais tradicionais e buscam, através das novas tecnologia, criar um novo tipo de engajamento, seja este emocional ou experimental.

Especialistas consideram que uma das maneiras mais rápidas para as empresas aproveitarem o metaverso será através da participação ou produção de shows. Por exemplo, o rapper norte-americano Travis Scott produziu um show dentro do jogo Fortnite 2020 que foi assistido ao vivo por 12 milhões de jogadores e por mais 180 milhões de fãs. Imagine como vai ser essa experiência quando for usado óculos imersivos e som espacial!

Isso sem contar que podemos assistir a esse show de onde quisermos, de qualquer ângulo, criando assim uma experiência muito mais prazerosa do que temos hoje pela tela da televisão e do computador.

E apesar da forma inicial de experimentar o metaverso ser através dos games, outras possibilidades existem como nas áreas da educação e da medicina. Já existem diversas aplicações práticas do uso de Realidade Virtual para a transmissão do conhecimento e o combate a doenças.

Ou seja, as empresas que desejam iniciar seus primeiros projetos no metaverso precisam seguir alguns passos básicos antes de mergulhar fundo nesse oceano virtual. Abaixo deixo alguns passos essenciais para isso:

  1. Pesquise as inúmeras soluções desenvolvidas pelas empresas e considere seus resultados;
  2. Experimente os softwares e hardwares, colocando sua ação digital, definindo metas e expectativas.
  3. Crie uma presença digital para sua marca. Inicialmente pequena, mas duradora nessa nova maneira de se comunicar. Por o metaverso como conceito, já é um caminho inevitável para as marcas que desejam se destacar e precisam criar uma experiência marcante para seus clientes, colaboradores e parceiros.

Enfim. Não é hora de se esconder e esperar. É hora de criar um projeto e pesquisar como você pode participar de uma revolução que será tão marcante quando a Internet e as redes sociais já foram.

E então, será que você e sua empresa estão prontos para a próxima revolução?

Juliano Barbosa Alves (JB Alves) é escritor, palestrante e blogueiro. Criando e sendo moldado pela ficção. Fundador da Geek Conteúdo, da Rádio Geek, do canal Explorando Segredos e Mistérios e da Academy Tech.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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