Após trocas de sinal pela manhã, o dólar se firmou em leve baixa ao longo da tarde desta quinta-feira, 28, em meio ao aprofundamento das perdas da moeda americana no exterior e ao avanço do petróleo. Dados de atividade e inflação nos Estados Unidos divulgados hoje não alteraram a expectativa.
Não alteraram a expectativa majoritária de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) iniciará um ciclo de cortes de juros em setembro.
Em dinâmica similar à observada na quarta-feira, a agenda doméstica carregada ficou em segundo plano. Operadores viram pouca influência tanto de pesquisa mostrando favoritismo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, na corrida eleitoral, quanto da operação da Polícia Federal Carbono Oculto para combate à atuação crime organizado no setor de distribuição de combustíveis que abrangeu instituições financeiras.
Com mínima de R$ 5,3974 e máxima de R$ 5,4319, o dólar à vista encerrou a sessão desta quinta-feira, 28, em baixa de 0,20%, a R$ 5,4064.
Fatores técnicos, como início da rolagem de posição no segmento futuro e a disputa na sexta-feira pela formação da última taxa ptax de agosto, podem ter reduzido o fôlego do real.

Com informações do Estado de S.Paulo.
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